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Desemprego no Chile tem queda e se aproxima dos índices pré-pandemia

31/08/2021 21h57

Santiago de Chile, 31 ago (EFE).- O índice de desemprego no Chile caiu para 8,9% no mês passado, o que significa uma queda de 4,2% na comparação com julho de 2020 e é a menor marca desde o início da pandemia da covid-19 no país, segundo informou nesta terça-feira o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

A redução pode ser explicada, em parte, pela base alta de comparação de julho do ano passado, quando a crise sanitária e as quarentenas fizeram o índice de desemprego chegar a 13,1%, o maior desde 2010, conforme explicou o órgão.

O INE apontou que a taxa de desocupação entre as mulheres é de 9,2%, contra 8,7% dos homens, o que indica queda de 3,3% e 4,8%, respectivamente.

As pessoas ocupadas no Chile tiveram um aumento de 15,2%, com as mulheres chegando a 15,6% e os homens a 14,9%. A expansão esteve ligada aos setores da construção (48,7%, comércio (17,7% e transporte (24,8%).

Por categoria ocupacional, as principais altas ocorreram com os trabalhadores por conta própria (37,5%) e assalariados formais (8,6%).

A taxa de ocupação informal no país ficou na marca de 26,9%, subindo 4,6% em 12 meses.

No Chile, a pandemia registrou 1,63 milhão de casos e quase 37 mil mortes, mas está controlada há mais de um mês, principalmente, devido a um processo de vacinação contra a covid-19 que ocorre em ritmo acelerado.

Segundo o governo do país, até o momento, 85% da população já recebeu duas doses de vacina contra a doença.

Para este ano, o Banco Central chileno prevê um crescimento do PIB que varia de 8,5% e 9,5%, valor que se assemelha ao prognóstico da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), que foi de 8%. EFE

pnm/bg

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