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Reino Unido não exigirá teste para parte dos viajantes que chegam ao país

17/09/2021 17h33

Londres, 17 set (EFE).- O Reino Unido deixará de exigir, a partir de 4 de outubro, um teste de coronavírus prévio à viagem para a Inglaterra das pessoas que chegam de países de baixo risco e estão vacinadas contra a covid-19, segundo anunciou nesta sexta-feira o ministro do Transporte, Grant Shapps.

A partir desta data, o governo britânico abolirá o semáforo de classificação em três categorias dos países, pelo risco de contágio do novo coronavírus, e só manterá uma lista de países em vermelho, para os quais as limitações continuarão sendo as mais elevadas.

Também em outubro, em data posterior, ainda a ser definida, a exigência de passar por teste PCR dois dias antes da chegada à Inglaterra, imposta a passageiros vacinados vindos de países "seguros", será substituída por um teste de antígenos, que é mais barato.

O governo britânico pretende, com essas medidas, "reduzir os custos das viagens", informou Shapps, que garante que a prioridade seguirá com a proteção da saúde pública.

De acordo com as medidas anunciadas hoje, as pessoas que não estiverem vacinas seguirão tendo que passar por teste 72 horas antes do embarque, além de dois testes PCR após a chegada e seguir realizando quarentena de dez dias.

O Brasil continuará na lista vermelha de alerta do Reino Unido. Os viajantes que estiveram no país dez dias antes da partida apenas poderão entrar na Inglaterra se tiverem a nacionalidade britânica ou um visto de residência no Reino Unido.

Além disso, as pessoas que precisarem se isolar, deverão fazer isso em um hotel designado pelo governo local, em uma hospedagem com custo de 2,2 mil libras (R$ 16,6 mil) por pessoa.

Por sua vez, a partir de 22 de setembro, Turquia, Egito, Maldivas e Quênia saíram na lista vermelha elaborada pelo governo britânico.

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