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Desemprego no Chile vai a 8,5% em agosto e é o menor durante toda a pandemia

30/09/2021 20h12

Santiago do Chile, 30 set (EFE).- A taxa de desemprego no Chile em agosto caiu para 8,5%, o que representa queda de 4,4 pontos na comparação com o mesmo mês de 2020 e também a menor taxa em um ano e meio, quando a pandemia da covid-19 chegou ao país, segundo informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

O resultado divulgado hoje é produto da alta da força de trabalho (9,6%), inferior a do número de empregados (14,8%) e a diminuição em 27,6% na quantidade de desocupados, conforme aponta comunicado do INE.

A redução na comparação entre agosto de 2020 com o mês passado acontece devido a base de dados, já que, no primeiro, o Chile estava saindo de uma grave primeira onda de contágio da covid-19, que elevou o índice de desemprego para 12,9%.

No país, de acordo com o mais recente boletim, o desemprego entre as mulheres é de 8,7%, maior do que entre os homens, que foi de 8,5%.

O setor da construção civil foi o que mais avançou na geração de empregos, com 52,1%, em 12 meses, seguido pelos transportes (25,5%) e comércio (17,9%).

A taxa de ocupação informal chegou a 27,1%, avançando 4,6 pontos percentuais entre agosto de 2020 e de 2021. No mês passado, os trabalhadores informais cresceram 38,3%.

A pandemia, que já provocou cerca de 37,5 mil mortes no Chile, está controlada atualmente, em meio a um processo de vacinação que faz com que 88% da população-alvo já tenha o esquema completo de imunização.

O Banco Central do país aumentou em agosto a projeção de crescimento do PIB em 2021, indicando que a taxa oscilará de 10,5% a 11,5%, enquanto a Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) prevê alta de 9,2 % para este ano. EFE

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