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Madri está entre as 10 cidades mais atrativas para investimentos, diz estudo

25/11/2021 21h12

Madri, 25 nov (EFE).- O índice Global Power Cities (GPCI) 2021, publicado pelo Instituto de Estratégias Urbanas da Japanese Mori Memorial Foundation, colocou pela primeira vez Madri entre as dez cidades mais atrativas para investimentos, empresas e talentos, na nona posição.

O GPCI é o indicador mais valorizado pelas multinacionais no processo de seleção da localização das suas novas sedes e centros de investigação.

Desde 2008, o índice GPCI analisou 48 cidades nos cinco continentes de acordo com 70 parâmetros nas seguintes categorias: ambiente econômico, investigação e desenvolvimento, interação cultural, qualidade de vida, sustentabilidade e acessibilidade.

Nesta edição, as melhores pontuações obtidas pela capital espanhola foram nos quesitos qualidade de vida (primeiro lugar), interação cultural (11º) e acessibilidade (14º).

Por ordem de classificação, as primeiras posições no índice de 2021 são ocupadas por: Londres, Nova York, Tóquio, Paris, Singapura, Amsterdã, Berlim, Seul, Madri e Xangai.

"Esta é uma conquista transcendental para a projeção tanto da cidade de Madri" como da sua região, disse em comunicado Gerardo Seeliger, CEO da Madrid Open City, uma associação sem fins lucrativos cujo principal objetivo é atrair investimento, empresas, talentos e eventos culturais e esportivos.

Seeliger explicou que estes resultados foram possíveis graças à "magnífica" colaboração pública e privada em Madri, que supera os grandes centros globais de negócios como Xangai, Hong Kong, Sydney e até mesmo Los Angeles.

O ministro regional de Economia, Finanças e Emprego, Javier Fernández-Lasquetty, frisou que o relatório destaca a gestão da pandemia de covid-19 e o seu impacto na economia.

"Este índice vai nos ajudar a atrair muito mais investimento de todo o mundo. Madri atrai porque aqui há talento, um quadro de liberdade econômica e impostos mais baixos", argumentou.

A região de Madri é o principal motor econômico da Espanha e contribui com cerca de um quinto do Produto Interno Bruto (PIB) do país. EFE

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