Em SP, conta de água sobe com novo hidrômetro

São Paulo - A troca de hidrômetros - medidores de consumo de água - feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) está fazendo a conta do consumidor aumentar. O novo aparelho combate a submedição, passagem de água que não era mensurada - ou seja, deixava de ser cobrada. Resultado: as contas têm subido em média 20%, mas há casos de aumento de até 90%.

Normalmente, em uma ligação residencial, o novo medidor registra cerca de dois mil litros a mais por mês que antes não eram anotados, pois o equipamento não conseguia aferir a passagem do líquido. A diferença em dinheiro de quem pagava pelo consumo de 14 metros cúbicos por mês - média na região metropolitana de São Paulo - e passou a pagar por 16 m³ após a troca é de R$ 8,52, segundo a Sabesp. Os 14 m³ são consumidos por uma família de quatro pessoas e custam R$ 44,52 por mês. Com o novo equipamento, a conta vai a R$ 53,04.

A Sabesp alega que os consumidores não têm prejuízo com o novo hidrômetro, pois o consumo sempre volta ao patamar anterior à troca depois que há reajuste de preço. "Ou o consumidor consegue economizar ou verifica que pode ter algum vazamento que é controlado após a mudança", explica Marcelo Fornaziero de Medeiros, gerente do Departamento de Desenvolvimento Operacional e de Medidores. "Ao adotar o uso racional da água, todos ganham, pois não há desperdício." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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