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Reformas levam secretário-geral da Força Sindical a renunciar cargo no CDES

Sandra Manfrini

Brasília

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, renunciou ao cargo de membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), colegiado ligado à presidência da República. Em carta enviada nesta quinta-feira, 25, ao presidente Michel Temer, Juruna justifica a decisão, em "caráter irrevogável", pelo fato do governo ter optado pelas reformas trabalhista e da Previdência da forma como estão sendo feitas.

"Tal decisão justifica-se pelo fato de o governo de Vossa Excelência ter optado pelo caminho de impor aos trabalhadores e aos brasileiros mais humildes o ônus dos ajustes econômicos e sociais representados pelas propostas de reforma trabalhista e da Previdência Social, medidas que buscam extinguir direitos fundamentais conquistados pela luta histórica do povo trabalhador e do movimento sindical brasileiro, adotadas a toque de caixa e sem a necessária negociação e construção de consensos, o que deveria comandar a ação de um Conselho plural e tripartite como é o caso do CDES e de qualquer governo democrático preocupado com o bem-estar do povo", afirma na carta.

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