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Puxada por alimentos, cesta básica tem alta de 0,33% em maio, diz Procon-SP

Teo Cury - Especial para a AE

São Paulo

A cesta básica paulistana encerrou maio com uma alta de 0,33% em relação ao mês anterior, de acordo com pesquisa da Fundação Procon-SP. O avanço no preço dos alimentos foi responsável pelo valor da cesta, que passou de R$ 687,30, em 27 de abril, para R$ 689,60, em 31 de maio. No ano, o indicador de preços dos produtos básicos de São Paulo acumula alta de 2,75%.

Dentre os grupos analisados pelo estudo, o de alimentação foi o que apresentou a maior alta, de 0,82% em maio. Os grupos Limpeza e Higiene Pessoal recuaram 1,25% e 3,47%, respectivamente, na passagem de abril para maio.

Com uma alta de 32,26% em maio, o feijão carioquinha, produto de maior peso em Alimentos, foi o que teve o maior crescimento no mês, puxando a alta do grupo. Segunda e terceira maiores influências entre os alimentos, carne de primeira (2,46%) e café em pó (3,41%) também ajudaram a elevar o preço da cesta no quinto mês do ano.

Mesmo não tendo grande participação na cesta, cebola (8,88%), farinha de mandioca torrada (4,84%), sabonete (4,63%) e alho (4,59%) contribuíram para o aumento geral do indicador.

Em contrapartida, papel higiênico fino branco, com 14,32% de queda, ajudou a segurar o indicador. Entre os produtos com maiores pesos no dado, os que apresentaram maiores quedas foram arroz (-3,75%), carne de segunda sem osso (-2,68%) e frango resfriado inteiro (-3,28%).

Ovos Brancos (-7,45%), óleo de soja (-6,27%) e desodorante spray (-5,61%), apesar de não terem peso determinante dentro do indicador, também ajudaram a conter a alta da cesta.

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