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Ausente que votaria a favor da reforma trabalhista, Petecão rejeita culpa

Fernando Nakagawa, Julia Lindner e Isabela Bonfim

Brasília

Um compromisso fez com que o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) não conseguisse chegar a tempo em Brasília para votar o relatório na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O senador, que se declara a favor da reforma, poderia ter garantido a vitória do governo na CAS, já que o suplente de Petecão - Otto Alencar (PSD-BA) - votou contra a reforma e garantiu a derrubada do relatório por apenas um voto de diferença. Com Petecão, o placar teria sido o contrário: 10 a favor e 9 contra. O senador, porém, nega qualquer culpa.

"Meu irmão, eu não votei. Tem que ir atrás de quem votou", disse o senador por telefone logo após desembarcar em Brasília às 18h35 desta terça-feira. "O problema não foi eu. O problema foi quem votou contra: os senadores Hélio José (PMDB-DF) e Eduardo Amorim (PSDB-SE)", argumenta, ao comentar que a derrota é um sinal de que o governo Michel Temer tem uma base frágil no Congresso.

"Eu não tenho que dar explicações sobre a minha ausência. Deveria me explicar se eu não votasse com o governo", diz Petecão. O senador afirma que "não lamenta" sua ausência na sessão da CAS realizada mais cedo. "Não lamento porque tinha compromisso no Acre", disse, ao reafirmar que teria votado a favor da reforma e que votará "sim" no plenário a favor da reforma trabalhista.

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