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No Rio, sindicatos esperam que greve tenha mais adesão do que em 28 de abril

Roberta Pennafort

Rio

Sindicatos que lideram a mobilização contra as reformas trabalhista e previdenciária esperam que o alcance do movimento desta sexta-feira, 30, seja maior do que o verificado no dia 28 de abril, quando também houve convocação de greve geral no País. Eles consideram que a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer (PMDB) pela Procuradoria Geral da República fortalece a sua luta de resistência às reformas.

"É um dos nossos grandes desafios conscientizar a sociedade de que só ficando na rua a gente vai conseguir manter nossos direitos trabalhistas. As elites tentam desqualificar nossa mobilização dizendo que é por nossa causa que a economia parou. Quanto mais notória é a corrupção do governo, ganhamos força ", disse o presidente do Sindicato dos Estivadores do Rio de Janeiro, Ernani Duarte.

Trabalhadores portuários estão desde as 7 horas fazendo protesto nas imediações da Rodoviária Novo Rio. Neste momento, concentram-se na Avenida Rio de Janeiro sentido Avenida Brasil e Ponte Rio-Niterói.

Uma pista está liberada ao tráfego, outras três estão bloqueadas pela manifestação. A Polícia Militar acompanha o ato, que é pacífico.

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