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Dados sobre emprego serão 'inteiramente positivos' este ano, diz Temer

Lu Aiko Otta, Carla Araújo, Tânia Monteiro, Fabrício de Castro

Brasília

Os dados sobre o mercado de trabalho deverão ser "inteiramente positivos" neste ano, disse nesta quinta-feira, 12, o presidente da República, Michel Temer, na abertura da reunião ministerial. Ele citou o saldo de 77.822 contratações em janeiro, o melhor resultado em seis anos e o primeiro dado positivo para o mês desde 2014.

Ele lembrou que em 2015 foram desativados perto de 1,5 milhão de empregos, em 2016 foram 1,3 milhão e, no ano passado, 20.000. "A significar que neste ano os dados serão inteiramente positivos", disse.

Ao comentar os feitos do governo na área, Temer ressaltou a nova lei trabalhista que, segundo avaliou, colocou as relações de trabalho no século XXI e ajudará na "retomada definitiva do emprego."

Eletrobras

Ao listar ações do seu governo, durante reunião com nova equipe ministerial, Temer falou que a privatização da Eletrobras vai ajudar a revitalização do Rio São Francisco. "A Eletrobras, se vier a ser privatizada - privatizada não, mas aumentar a presença das ações de natureza privada na Eletrobras -, há um fundo criado especialmente de vários bilhões para a revitalização do Rio São Francisco", afirmou.

Temer lembrou o lançamento do Plano Novo Chico e disse que a medida ajuda a preservar recursos hídricos em 217 municípios.

O presidente falou também de ações na área do Meio Ambiente, disse que criou reservas ambientais e que o desmatamento diminuiu em sua gestão.

Petrobras

Ao falar da Petrobras e do pré-sal, o presidente citou que nos leilões de petróleo e gás foram arrecadados R$ 18 bilhões.

"Na área de transportes, houve solução para várias rodovias que estavam paralisadas. Houve continuidade de obras que estavam paralisadas", disse o presidente, enumerando ações em mais uma pasta.

FGTS

Temer citou ainda os saques das contas inativas do FGTS, que injetaram R$ 44 bilhões na economia e diz que a medida ajudou o varejo.

Participantes

A reunião ministerial da manhã desta quinta-feira é a primeira entre o presidente Michel Temer e os onze novos ministros nomeados, após a desincompatibilização dos antecessores em função da eleição. Assumiram nesta semana: Eduardo Guardia (Fazenda); Esteves Colnago (Planejamento); Moreira Franco (Minas e Energia); Rossieli Soares da Silva (Educação); Alberto Beltrame (Desenvolvimento Social); Vinicius Lummertz (Turismo); Antônio de Pádua de Deus (Integração Nacional); Leandro Cruz Fróes da Silva (Esporte). Além disso, mais três interinos foram efetivados nos cargos: Marcos Jorge, que assumiu definitivamente o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Helton Yomura, que fica como ministro do Trabalho, e Gustavo do Vale Rocha (Direitos Humanos).

Além dos ministros novos, estão presentes na reunião os ministros: Carlos Marun (Secretaria de Governo); Eliseu Padilha (Casa Civil); general Joaquim Silva e Luna (Defesa); Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações); Gilberto Occhi (Saúde); Grace Maria Fernandes Mendonça (Advocacia-Geral da União); Raul Jungmann (Segurança Pública); Sérgio Sá Leitão (Cultura); Torquato Jardim (Justiça); e Valter Casimiro (Transportes, Portos e Aviação Civil).

Participam ainda da reunião, que acontece na sala Suprema no palácio do Planalto, representantes de instituições financeiras: Dyogo Oliveira, que agora preside o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social; Ilan Goldfajn, Presidente do Banco Central do Brasil; Nelson Antônio de Souza, Presidente da Caixa Econômica Federal; e Paulo Rogerio Caffarelli, Presidente do Banco do Brasil.

Há ainda alguns representes de pastas que os ministros não puderam comparecer ou que estão interinamente no cargo como: Eumar Novacki, secretário-executivo do Ministério da Agricultura; Edson Duarte, Ministro do Meio Ambiente substituto; Joaquim Lima, Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República interino; Marco Antônio Freire Gomes, secretário-executivo do GSI; Marcos Galvão, secretário-geral das Relações Exteriores; Silvani Alves Pereira, secretário-executivo do Ministério das Cidades e Wagner Rosário (Transparência e Controladoria-Geral da União).

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