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Planos de tarifas de Trump geram divergências entre França e Alemanha

Bruxelas

Os principais membros da União Europeia têm dificuldades para decidir como reagir às ameaças tarifárias dos Estados Unidos. A Alemanha defende uma conciliação, enquanto a França prefere uma postura mais dura, de acordo com graduadas fontes ligadas ao assunto.

A Alemanha, cuja economia voltada para as exportações teria muito a perder em um conflito comercial, quer oferecer ao presidente americano, Donald Trump, o que funcionários chamam de um "mini" acordo comercial, inclusive com tarifas de importação menores para carros americanos. A França, porém, se opõe a isso e teme que Trump veja uma oferta do tipo como um sinal de fraqueza e aumente suas exigências.

Trump estendeu para 1º de junho o prazo para que a UE responda à ameaça dele de impor tarifas ao aço e ao alumínio da Europa. A UE já disse que pode adotar medidas retaliatórias, inclusive tarifas contra produtos americanos. O ministro da Economia alemão, Peter Altmaier, afirmou que a UE precisa primeiro chegar a um acordo interno antes de negociar o que descreveu como uma versão mais simples do acordo transatlântico tentado anteriormente, sem sucesso. Mas uma graduada fonte alemã diz que a França é contrária à ideia.

Fontes da França argumentam que há barreiras técnicas a um pequeno acordo comercial, já que o diálogo sobre o tema, pelas regras da Organização Mundial de Comércio (OMC), teria de se aplicar a uma série de setores. A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Emmanuel Macron, devem discutir o assunto no encontro deste mês da UE, segundo várias fontes. Fonte: Dow Jones Newswires.

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