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Volume de serviços prestados cai 0,2% em março ante fevereiro, revela IBGE

Vinicius Neder

Rio

O volume de serviços prestados caiu 0,2% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira, 15. O resultado ficou dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam desde uma queda de 1,0% a uma alta de 0,2%, com mediana negativa de 0,4%.

No mês anterior, a taxa do volume de serviços prestados teve variação nula ante janeiro, conforme revisão anunciada nesta terça pelo IBGE - a primeira leitura apontava crescimento de 0,1% em fevereiro ante janeiro.

Na comparação com março do ano anterior, houve redução de 0,8% no volume de serviços prestados, já descontado o efeito da inflação. Nessa comparação, as previsões iam de um recuo de 2,8% a um avanço de 0,3%, com mediana negativa de 1,25%.

No fechamento do primeiro trimestre, o volume de serviços prestados encolheu 0,9% na comparação com os três últimos meses de 2017. O intervalo de 12 projeções colhidas pelo Projeções Broadcast para a comparação com o quarto trimestre ia de declínio de 1,3% a 0,7%, gerando mediana de -1,0%.

No quarto trimestre de 2017, o volume de serviços prestados havia subido 0,5% ante o terceiro trimestre. Segundo Rodrigo Lobo, gerente da PMS do IBGE, os serviços de transportes e de comunicação puxaram essa desaceleração na passagem de um trimestre para o outro.

Já a taxa acumulada pelo volume de serviços prestados no ano ficou negativa em 1,5%. As projeções colhidas pelo Projeções Broadcast para a comparação do primeiro trimestre com igual período de 2017, que equivale à variação acumulada no ano, apontavam para uma queda de 2,2% a 1,1%, com mediana de -1,65%.

O volume de serviços prestados acumulado em 12 meses registrou perda de 2,0%.

Desde outubro de 2015, o órgão divulga índices de volume no âmbito da PMS. Antes disso, o IBGE anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal subiu 1,8% em março ante fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve alta na receita nominal de 1,9%.

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