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Acordo da Argentina gira em torno de reequilíbrio fiscal, diz FMI

Victor Rezende e Mateus Fagundes

São Paulo

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou em um comunicado à imprensa que o acordo de US$ 50 bilhões acertado hoje com a Argentina tem como centro o "reequilíbrio da posição fiscal do país".

"Este é um plano concebido e instrumentado pelo governo argentino e que pretende fortalecer a economia em benefício da população. Agrada-me saber que podemos contribuir com este esforço brindando-o com respaldo financeiro, que aumentará a confiança do mercado, dando às autoridades tempo para abordar uma gama de vulnerabilidades de longa data", afirmou Lagarde, em nota.

De acordo com a diretora-gerente do FMI, o acordo com a Argentina tem a intenção de colaborar por medidas que possam proteger a população mais vulnerável das reformas econômicas. "Parabenizamos as autoridades argentinas por alcançarmos este acordo e celebramos a intenção das autoridades de acelerar o ritmo de redução do déficit do governo federal", disse.

Lagarde elogiou ainda os esforços para redução de inflação feitos pelo Banco Central da República Argentina (BRCA) e a adoção pela autoridade monetária do que chamou de "metas de inflação realistas e significativas, assim como seu compromisso por manter o câmbio flexível e determinado pelo mercado".

"Nos dá alento também o compromisso das autoridades argentinas de deixar asseguradas a independência jurídica e a autonomia operacional do banco central", afirmou.

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