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Crescimento da economia na margem pode chegar a 3% este ano, diz presidente do BB

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Altamiro Silva Junior e Aline Bronzati

São Paulo

29/01/2020 18h03

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, avalia que 2020 será um ano difícil para o setor bancário, que terá de lidar com mais concorrência com as fintechs e a queda de juros, que "atrapalha um pouco". Ao mesmo tempo, a atividade econômica deve se acelerar, com o crescimento na margem podendo chegar a 3% este ano, o que deve estimular a demanda por crédito.

"Tendência é manter trajetória de melhoria de resultados", disse Novaes nesta quarta-feira, 29, em sua apresentação em evento do Credit Suisse. "Não vai ser ano fácil na área bancária."

Demanda do investidor

O presidente do Banco do Brasil afirmou que a demanda do investidor de varejo tem sido forte em ofertas de ações, mas a participação desse público precisa ser ampliada. "A participação do varejo precisa ser aumentada nos IPOS e follow ons", destacou.

Novaes citou a participação do investidor de varejo que o BB teve na oferta de ações ocorrida no ano passado.

A instituição teve uma demanda de R$ 7 bilhões de investidores pessoas físicas no follow on que movimentou R$ 5,836 bilhões. Mais de R$ 3 bilhões vieram dos clientes do BB.