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Auxílio: Maia diz que R$ 600 é muito pesado para se tornar permanente

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) Imagem: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Marlla Sabino

Brasília

21/08/2020 22h18

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou hoje que o valor atual do auxílio emergencial pago pelo governo, R$ 600, é pesado para se tornar permanente.

O deputado defendeu que o Executivo apresente uma proposta para debater valores e a base de beneficiários que serão atendidos com os parlamentares.

"Acho que o governo deve trazer uma proposta, se vai continuar atendendo aos mais de 50 milhões de brasileiros, se vai fazer uma política mais focalizada, qual o valor", disse em entrevista à CNN.

"Baseado nesta proposta, que a gente trabalhe dentro dessa realidade, do nosso orçamento primário, olhando o próximo ano, para que, passados esses primeiros meses que foram mais difíceis, possa continuar atingindo os mais vulneráveis", afirmou.

Durante a entrevista, o presidente da Câmara defendeu que o governo elabore políticas sociais além de programas de transferência de rendas, como, por exemplo, um programa habitacional.