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Com alta 1,56% em agosto, dívida vai a R$ 4,412 tri

Lorenna Rodrigues

Brasília

28/09/2020 15h02

O estoque da dívida pública federal (DPF) subiu 1,56% em agosto, quando atingiu R$ 4,412 trilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 28, pelo Tesouro Nacional. Em julho, o estoque estava em R$ 4,344 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 35,93 bilhões no mês passado, quando houve emissão líquida de R$ 31,89 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 1,35% e fechou o mês em R$ 4,174 trilhões.

Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 5,36% maior, somando R$ 238,25 bilhões no mês passado.

12 meses

A parcela da DPF a vencer em 12 meses caiu de 22,09%, em julho, para 21,65%, em agosto, segundo o Tesouro Nacional. O prazo médio da dívida reduziu de 3,94 anos, em julho, para 3,90 anos, em agosto. O custo médio acumulado em 12 meses da DPF passou de 8,73% a.a., em julho, para 8,54% a.a., em agosto.

Parcela prefixada

A parcela de títulos prefixados na Dívida Pública Federal (DPF) subiu de 28,41% em julho para 30,14% em agosto. Já os papéis atrelados à Selic reduziram a fatia, de 39,39% para 39,17%.

Os títulos remunerados pela inflação caíram para 24,97% do estoque da DPF em agosto, ante 26,70% em julho. Os papéis cambiais reduziram a participação na DPF de 5,50% em julho para 5,72% em agosto.

Estrangeiros

Em queda acentuada nos últimos meses, a fatia dos investidores estrangeiros na dívida pública subiu em agosto em relação a julho. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a participação desses investidores no estoque da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) passou de 9,04% para 9,40% em agosto, somando R$ 392,51 bilhões. Em julho, o estoque estava em R$ 372,41 bilhões.

Os fundos de Previdência tiveram ligeira queda na participação, de 24,85% para 23,94%. A categoria das instituições financeiras teve alta na participação do estoque da DPMFi, de 26,46% em julho para 26,91% em agosto. Os fundos de investimentos aumentaram levemente a fatia, de 26,38% para 26,91%. Já a participação das seguradores passou de 3,90% para 3,95%.