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Setor de serviços é o mais sensível também para a informalidade, avalia Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, diz que falta agora o governo trabalhar para vacinar em massa a população. - Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
O ministro da Economia, Paulo Guedes, diz que falta agora o governo trabalhar para vacinar em massa a população. Imagem: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Eduardo Rodrigues e Francisco Carlos de Assis

Brasília e São Paulo

30/03/2021 13h21

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 30, durante coletiva em que comentou os dados de fevereiro do mercado de trabalho anunciados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que o setor de serviços é o mais sensível também para a informalidade. Ele disse isso no contexto de ressaltar sua opinião de que falta agora o governo trabalhar para vacinar em massa a população.

Neste cenário, em que o setor de serviços já começa a reagir - só em fevereiro foram abertas mais de 173 mil vagas - o trabalhador informal, a ser vacinado, poderá retomar suas atividades sem correr o risco de ser contaminado pela covid-19 ou mesmo ir a óbito.

"O setor de serviços realmente está voltando também. Com vacinação em massa, os brasileiros não terão que fazer a escolha cruel entre o vírus e a fome", disse Guedes, reforçando o compromisso do Ministério da Saúde de, a partir de abril, vacinar 1 milhão de pessoas por dia.

De acordo com o ministro, o Brasil já tem 15 milhões de vacinados e chegará a 45 milhões em abril.

"A taxa de óbitos deve cair vertiginosamente e pensaremos em retorno seguro ao trabalho. O baque agora será menos profundo e mais curto que de abril do ano passado. É uma obrigação e uma missão do governo a vacinação em massa", disse Guedes.