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Governo projeta 41 mil novas vagas em concursos, mas não prevê reajuste a servidores

RICARDO JAYME/ESTADÃO CONTEÚDO
Imagem: RICARDO JAYME/ESTADÃO CONTEÚDO

Eduardo Rodrigues, Idiana Tomazelli e Lorenna Rodrigues

Brasília

31/08/2021 16h13Atualizada em 31/08/2021 18h12

O secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Bruno Funchal, disse nesta terça-feira que o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2022 não tem previsão de reajuste salarial para os servidores públicos. Contudo, a pasta projeta 41.700 vagas em concursos públicos no próximo ano.

"O Orçamento já está muito apertado. Mas tendo algum tipo de mudança por conta do que está em discussão sobre o pagamento de precatórios, vão ser definidas as prioridades no Orçamento [com o novo espaço que seria aberto]. Outras discussões serão feitas ao longo do processo orçamentário", afirmou.

Funchal lembrou que o governo Bolsonaro não realizou nenhum concurso nestes três primeiros anos. "Mas há a questão de necessidade, e estudos são feitos sempre pela Secretaria de Gestão. Temos a previsão de algum concurso", completou.

O secretário do Orçamento Federal, Ariosto Culau, admitiu que há um "represamento" na demanda de vários órgãos por concursos públicos.

Segundo ele, há a previsão de ingresso 41.700 vagas em concursos públicos. "Temos um volume grande para agências reguladores e para o Ministério da Educação. Não houve espaço no orçamento para reajustes, apenas recomposição da força de trabalho", acrescentou.

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