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Produção de bens de capital sobe 0,3% em julho ante junho, afirma IBGE

Na categoria de bens de capital, a taxa de junho ante maio foi revista de 1,4% para 1,6% - Shutterstock
Na categoria de bens de capital, a taxa de junho ante maio foi revista de 1,4% para 1,6% Imagem: Shutterstock

Daniela Amorim

Rio

02/09/2021 10h10Atualizada em 02/09/2021 10h53

A produção da indústria de bens de capital cresceu 0,3% em julho ante junho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Na comparação com julho de 2020, o indicador avançou 33,1%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF). No acumulado em 12 meses, houve elevação de 25,2% na produção de bens de capital.

Em relação aos bens de consumo, a produção registrou queda de 0,4% na passagem de junho para julho. Na comparação com julho de 2020, houve redução de 3,5%. No acumulado em 12 meses, a produção de bens de consumo cresceu 3,8%.

Na categoria de bens de consumo duráveis, a produção recuou 2,7% em julho ante junho. Em relação a julho de 2020, houve queda de 10,3%. Em 12 meses, a produção subiu 12,6%. Entre os semiduráveis e os não duráveis, houve elevação de 0,2% na produção em julho ante junho. Na comparação com julho do ano anterior, a produção caiu 1,9%. A taxa em 12 meses ficou positiva em 1,7%.

Para os bens intermediários, o IBGE informou que a produção caiu 0,6% em julho ante junho. Em relação a julho do ano passado, houve uma alta de 0,2%. No acumulado em 12 meses, os bens intermediários tiveram alta de 7,0%.

O índice de Média Móvel Trimestral da indústria registrou queda de 0,1% em julho.

Revisões

O IBGE revisou o resultado da produção industrial em junho ante maio, de 0,0% para -0,2%. A taxa de maio ante abril saiu de 1,4% para 1,2%. O resultado de abril ante março passou de -1,5% para -1,6%, e o de março ante fevereiro saiu de -2,4% para -2,6%. A taxa de fevereiro ante janeiro foi revista de -0,9% para -1,0%.

Segundo André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, as revisões ocorreram em função do modelo de ajuste sazonal, que recalcula a série com base na entrada da informação do último mês apurado.

Na categoria de bens de capital, a taxa de junho ante maio foi revista de 1,4% para 1,6%. O resultado de maio ante abril saiu de 1,4% para 0,8%. Na categoria de bens intermediários, a taxa de junho ante maio foi revista de -0,6% para -0,7%. O desempenho de maio ante abril passou também de -0,6% para -0,7%.

O resultado de bens de consumo duráveis em junho ante maio foi revisado de -0,6% para -1,0%. A taxa de maio ante abril saiu de -2,2% para -2,3%. O desempenho dos bens de consumo semiduráveis e não duráveis em junho ante maio passou de -1,3% para -1,7%.

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