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Abras diz que monitora caminhoneiros e que não vê risco de desabastecimento

A greve dos caminheiros em Igarapé, na BR-381, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), foi interrompida no fim da manhã de hoje com liberação da pista - FERNANDO MICHEL/ESTADÃO CONTEÚDO
A greve dos caminheiros em Igarapé, na BR-381, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), foi interrompida no fim da manhã de hoje com liberação da pista Imagem: FERNANDO MICHEL/ESTADÃO CONTEÚDO

Talita Nascimento

São Paulo

09/09/2021 13h25Atualizada em 09/09/2021 14h27

O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Marcio Milan, disse que a instituição monitora as movimentações de caminhoneiros junto ao governo federal e não vê risco de desabastecimento. "De ontem para hoje mais de 50% dos movimentos foram desmobilizados", afirma.

Ele diz ainda que a crise hídrica e outros fenômenos climáticos que interferem nos preços de insumos não chegam rapidamente às gôndolas dos supermercados e que, por meio de uma ampliação no conjunto de marcas o varejo consegue negociar melhor aumento de preços.

"Ocorrências climáticas e hídricas demoram para chegar aos pontos de venda. Muitas vezes o reflexo se dilui", afirma.

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