Corte da Selic aponta mercado de crédito com menor pressão, avalia presidente da Febraban

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, afirmou que a redução da taxa Selic em 0,5 ponto porcentual, para 12,75% ao ano, decidida nesta quarta-feira, 20, pelo Copom, traz sinais positivos para a economia do País, para as famílias e para as empresas. Segundo ele, o corte indica um mercado de crédito menos pressionado à frente.

"A segunda queda consecutiva da Selic, agora em decisão unânime do Copom, representa um estímulo importante para as famílias, empresas e agentes econômicos, ao apontar para um mercado de crédito com menor pressão das condições financeiras e da inadimplência", disse Sidney em nota.

O presidente da Febraban afirmou ainda que o ciclo de restrição monetária que começa a ser revertido levou a um "gradual e consistente" processo de desinflação na economia brasileira.

Logo após o Copom divulgar a decisão de corte da Selic, Caixa e Banco do Brasil anunciaram a redução dos juros de uma série de linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas. O Bradesco informou que avalia o cenário. Outros bancos privados ainda não informaram se farão movimento similar.

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