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Especialista aponta melhores tipos de imóveis e dá boas dicas para investir

08/03/2016 08h54

SÃO PAULO – O investimento em imóveis é, tradicionalmente, um dos preferidos dos brasileiros. Seja para lucrar com a valorização, ou para alugar, a verdade é que muitos investidores buscam fazer essa aplicação com bastante frequência. Pedro Barreto, diretor da Ativore Global Investments, empresa organizadora do evento de formação de investidores em imóveis Reglobal Investments, comenta como buscar um melhor rendimento nessa modalidade de investimento no exterior, em especial nos EUA.

Primeiramente, ele comenta que nem sempre os imóveis de luxo são as melhores aplicações para geração de renda. “Nos EUA, ao contrário do Brasil, a maior parte dos custos operacionais de manutenção dos imóveis alugados, incluindo condomínios, impostos sobre propriedade e seguros são responsabilidade dos proprietários. Dependendo do tipo de propriedade e da sua localização, estes custos podem reduzir significativamente o fluxo de caixa aluguel para o proprietário, chegando mesmo a torná-lo negativo”, atesta.

Em relação à localização, Pedro aponta: “esta análise (da localização) é bastante facilitada pela quantidade e profundidade de informações online e envolve considerações econômicas (é um mercado em crescimento), demográficas (qual o crescimento populacional previsto) e de infraestrutura (escolas, estradas, comércio, entre outros). A segunda visão demanda um conhecimento local”, afirma.

Além da localização, o especialista ainda cita outros três fatores-chave na seleção de um imóvel para investimento: preço, taxas de ocupação e valores de locação. “Ao contrário do que acontece em outros mercados, o processo de análise de investimento em imóveis para renda tende a ser pouco profissionalizado e superficial, usando como base a experiência e a intuição pessoal do investidor”, analisa.

Para se proteger de erros, o conselho de Pedro é “contar com a ajuda de bons profissionais. A intuição não é tão efetiva quando o objetivo é internacionalizar carteiras de investimento, pois envolve questões tributárias, culturais, jurídicas e de conhecimento local que podem não ser tão intuitivas”.