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Credit Suisse recomenda "venda" para Petrobras e prevê queda de 70% em seus papéis

SÃO PAULO – Na semana passada, o governo federal publicou em seu site um artigo informando que Pedro Parente foi convidado e aceitou se tornar o novo CEO (Chief Executive Officer) da Petrobras. Na prática, ele está sendo apontado como conselheiro da empresa para daí os diretores o nomearem como CEO.

Apesar de o nome ter agradado o mercado, os analistas do Credit Suisse seguem com sua recomendação de underperform (performance pior que a média) para os ADR (American Depositary Receipts) da companhia e estimam um preço-alvo de US$ 2,00 para eles, o que totalizaria uma desvalorização de 68,99% para os papéis da empresa em relação ao fechamento do dia 20 de maio de 2016.

A instituição financeira destaca o currículo forte do executivo, que já foi ministro e teve passagem por várias grandes empresas, incluindo o grupo de mídia RBS, a Bunge Brasil e a BM&FBovespa, o que justifica a boa recepção do mercado para o nome.

No entanto, mesmo assim, o CEO terá muitos desafios pela frente, incluindo o balanço entre liquidez a curto prazo e valor a longo prazo, a aceleração de desinvestimentos, ajuste na estrutura de capital, manter os investimentos em balanço com a geração de caixa, manter uma política doméstica de preços transparente, entre outros problemas.

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