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Petrobras pode receber até US$ 20 bi do governo; 10 resultados e 4 recomendações no radar

SÃO PAULO - O noticiário corporativo é bastante movimentado, com destaque para a temporada de balanços. Contudo, também chama a atenção as notícias de blue chips como Petrobras e Vale. Confira os destaques desta sexta-feira (4):

Petrobras (PETR3PETR4)
No noticiário da Petrobras, destaque para matéria da Folha de S. Paulo que informa que a companhia está perto de concluir com o governo a renegociação  de um contrato assinado em 2010 que garantiu à petroleira o direito de explorar 5 bilhões de barris de petróleo na área do pré-sal.

As duas partes já chegaram a um entendimento de que a estatal poderá receber do governo entre US$ 18 bilhões e US$ 20 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 65 bilhões), como compensação pela queda do preço do petróleo desde a assinatura do contrato.  Os valores representam 16% da dívida da petroleira e seriam suficientes para quitar os débitos de curto prazo, que alcançaram R$ 36 bilhões no fim do segundo trimestre. Em esclarecimento, a companhia disse  que o processo de revisão do contrato com União das áreas do pré-sal da chamada cessão onerosa ainda está em andamento. S egundo fato relevante, os valores do contrato da cessão onerosa deverão ser pactuados a partir de laudos de certificadores independentes, o que ainda não foi finalizado. Portanto, ainda não há definições sobre ressarcimentos, destacou a companhia.

Em outro comunicado, a estatal informou que as negociações com a empresa mexicana Alpek para a venda de sua participação na Companhia Petroquímica de Pernambuco (Petroquímica Suape) e na Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe) encontram-se em estágio avançado. 

  A estatal anunciou em julho que estava em negociação com a Alpek.  Uma fonte com conhecimento direto do assunto disse à Reuters, na época, que a oferta da companhia mexicana poderia chegar a 700 milhões de dólares. 

"Após atendidas as etapas previstas na sistemática de desinvestimento da Petrobras, os termos e condições finais da operação serão submetidos à deliberação dos órgãos estatutários da companhia e, caso aprovados, serão tempestivamente divulgados ao mercado", acrescentou a empresa.

Por fim, o BTG Pactual elevou o preço-alvo para os ADRs PBR da companhia de US$ 9,50 para US$ 12,00, em meio aos recentes eventos que agregaram valor aos papéis, como o plano estratégico e a política de preços. A recomendação segue de compra para os ativos. 

Vale (VALE3VALE5)
O maior rali dos preços do minério de ferro em anos está dando uma oportunidade de pausa para a Vale, que avalia venda de ativos. Com os desinvestimentos ainda representando o melhor caminho para uma rápida redução de dívida, a alta de 50% nos preços de minério de ferro faz a empresa "progredir com um pouco mais de cautela" na venda de alguns de seus melhores ativos, disse Luciano Siani, diretor de finanças e relações com investidores da Vale, em entrevista concedida no escritório da Bloomberg no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira. 

De acordo com ele, a mineradora busca reduzir a dívida de US$ 26 bilhões no fim do último trimestre para até US$ 15 bilhões no fim do próximo ano. "Não gostaríamos de estar em uma situação em que você faz qualquer coisa para chegar a um determinado ponto", disse Siani.

Ainda no radar da mineradora, a Vale teve recomendação iniciada com underperform pela corretora francesa Exane e preço-alvo do ADR de US$ 5,40.

Eletrobras (ELET3ELET6)
O  GIC   Private   Limited , fundo soberano de Cingapura, passou a deter uma participação relevante no capital da estatal Eletrobras, segundo comunicado da elétrica brasileira ao mercado divulgado nesta quinta-feira.

De acordo com a Eletrobras, o fundo passou a deter 4,33 por cento das ações preferenciais tipo B da companhia e seus correspondentes negociados na bolsa de Nova York em nome do governo de Cingapura, além de outros 1,25 por cento em nome da autoridade monetária do país.

O fundo soberano possui ainda 0,195 por cento das ações ordinárias da Eletrobras, informou a companhia no comunicado.

PDG Realty (PDG3)
A construtora e incorporadora PDG  Realty  informou nesta quinta-feira que seu conselho de administração aprovou a substituição do diretor-presidente, do diretor financeiro e de relações com investidores, além de receber o pedido de renúncia do presidente do conselho e de mais um membro do órgão. 

  Assim, Vladimir  Ranevsky  foi eleito pelo conselho para ocupar o cargo de diretor-presidente no lugar de Márcio Trigueiro e também o de diretor financeiro e de relações com investidores, em substituição a Maurício Teixeira.  Gilberto Sayão da Silva deixou o cargo de presidente do conselho e será substituído por Rafael  Grisolia . Pedro  Cerize  também renunciou ao cargo de membro do conselho de administração da PDG, que agora também terá  Ranevsky  entre os membros do colegiado.

O conselho da PDG aprovou ainda a contratação da RK Partners como assessora financeira da empresa, que tem sido alvo de intensos rumores de que está perto de pedir recuperação judicial.  Segundo uma fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters, essa opção está sendo considerada e pode ser usada, caso credores da empresa se neguem a refinanciar dívidas da empresa.

CCR (CCRO3)
Dando continuidade à temporada de balanços corporativos, a  operadora de concessões de infraestrutura CCR informou que teve lucro líquido de R$ 1,15 bilhão no terceiro trimestre, um salto de 366% sobre um ano antes, após a receita extraordinária oriunda da conclusão da venda da STP, que opera o serviço de pagamento de pedágios Sem Parar.  Em termos recorrentes, porém, o lucro da CCR no período caiu 1,7% na comparação anual, para R$ 268 milhões, refletindo a queda de 1,5% no tráfego das rodovias administradas pelo grupo.

"Considerando os números de tráfego do período, ainda não dá pra dizer que há sinais de recuperação da economia", disse à Reuters o diretor financeiro e de relações com investidores da CCR, Arthur Piotto Filho. "Nossa expectativa é de que pelo menos não deve piorar mais".

O resultado operacional da companhia medido pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) em termos ajustados e recorrentes foi de R$ 1,04 bilhão, aumento de 3,2% ano a ano. A margem Ebitda nessa comparação subiu 0,8 ponto percentual.

A CCR anunciou em março a venda de sua fatia de 34% do capital da STP por R$ 1,4 bilhão para uma controlada da norte-americana FleetCor Technologies. Na época, a CCR afirmou que a operação lhe permitiria reduzir a alavancagem e ampliar sua capacidade de investimentos.

O Itaú BBA espera reação positiva, destacando que a  venda da STP contribuiu  para a desalavancagem da empresa; lucro líquido cresceu  "apesar do custo mais alto da dívida". No lado  negativo, "observamos o declínio no tráfego", apontam os analistas.

Eletropaulo (ELPL4)
A  AES  Eletropaulo teve prejuízo líquido de R$ 32,5 milhões no terceiro trimestre, ante resultado também negativo de R$ 5,2 milhões em igual período de 2015.  O Ebitda somou R$ 134,4 milhões, queda de 47,8% ante mesma etapa do ano passado.

Segundo a companhia, a queda deveu-se principalmente à retração do mercado e ao aumento de custos adicionais com o programa de recuperação dos indicadores de qualidade.  "O resultado neste trimestre ainda reflete os desafios que o país enfrenta desde 2015", afirmou a companhia no relatório.

A empresa fechou setembro com um nível de endividamento líquido equivalente a 2,94 vezes o Ebitda Ajustado, ante 3,43 vezes no terceiro trimestre de 2015.

Multiplus (MPLU3)
A Multiplus, empresa de programa de fidelidade controlada pela Latam, teve lucro líquido de R$ 134,1 milhões no 3° trimestre, um ganho 7,4% menor que o apurado em igual período de 2015. A média das estimativa dos analistas consultados pela Bloomberg era de R$ 132,2 milhões. Na mesma base de comparação, a receita líquida recuou 7,5%, para R$ 542,2 milhões.

Os pontos emitidos pela companhia no período aumentaram 4,1%, para 21,9 bilhões, resultado alimentado pelo crescimento anual de 5,1% em volume de pontos acumulados. Já os resgates caíram 11%, para 17,2 bilhões, dado a uma redução de 11,7% na retirada de passagens aéreas quando comparado com o mesmo período de 2015.  

A Multiplus ainda teve a recomendação rebaixada pelo Credit Suisse de neutro para underperform, com preço-alvo de R$ 38,00 por ação. 

Totvs (TOTS3)
A Totvs registrou um lucro líquido de R$ 37,990 milhões no terceiro trimestre deste ano, uma retração de 50,7% em comparação ao desempenho do mesmo período do ano passado. A companhia reportou também um lucro líquido ajustado, que somou R$ 44,846 milhões no terceiro trimestre, o que representou uma diminuição de 43,1% em relação a igual intervalo de 2015.

Segundo a empresa, o lucro líquido ajustado foi beneficiado por ganhos de R$ 11,366 milhões com provisões adicionais para créditos de liquidação duvidosa e pelo incremento de R$ 1,568 milhão de ajustes no custo médio dos estoques, mas prejudicado por despesas adicionais de R$ 6,078 milhões de ganhos com vendas de controladas.  Em relação à retração do resultado líquido reportado e ajustado, a companhia afirma que foi consequência majoritariamente do resultado financeiro negativo, decorrente da mudança na estrutura de capital da companhia, que passou de posição de caixa líquido no terceiro trimestre de 2015 para uma dívida líquida no terceiro trimestre de 2016. Isso ocorreu pelo pagamento de R$ 473,585 milhões na reorganização societária com a Bematech e do resultado positivo da venda da participação minoritária na ZeroPaper.

O Ebitda atingiu R$ 76,096 milhões entre julho e setembro, uma retração de 33,4%, enquanto a margem Ebitda retraiu-se 5,6 ponto porcentual, para 14,2%. O Ebitda ajustado, por sua vez, somou R$ 86,484 milhões, uma queda de 26,1%, com uma retração de 4,2 pontos porcentuais da margem, que recuou para 16,1%.  A empresa ressaltou que a redução do Ebitda ajustado na comparação ano contra ano se deu principalmente pela redução da receita de taxas de licenciamento; e pela redução do resultado de serviços e hardware.

A receita líquida total atingiu R$ 537,4 milhões no terceiro trimestre, uma diminuição de 6,9% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o Santander, o resultado da companhia foi fraco, com um recorde de baixa de venda de licenças  e um Ebitda 23% abaixo do esperado. Após o resultado, o JPMorgan cortou a recomendação dos ativos para neutra, com preço-alvo de R$ 27,50. 

Ser Educacional (SEER3)
A Ser Educacional viu seu lucro dobrar no terceiro trimestre, para R$ 48,6 milhões. Já a receita líquida da companhia cresceu 13,3%, para R$ 273,3 milhões, em meio a uma alta de 5,2% no volume de alunos e pelo aumento no número de matriculados em cursos das áreas de saúde, engenharia e direito, que têm mensalidade maior. A receita líquida da companhia cresceu 13,3%, somando R$ 273,3 milhões.

O Ebitda teve alta de 32,5%, para R$ 81,4 milhões, enquanto a margem Ebitda aumentou 4,3 pontos percentuais, para 29,8%.

CVC (CVCB3)
A CVC registrou uma alta de 27,1% no lucro líquido, somando R$ 56,7 milhões. A receita líquida do grupo CVC totalizou de R$ 276,3 milhões, crescimento de 2,8% frente um ano antes. Segundo o BTG, o resultado foi forte e a empresa segue top pick do setor. 

Sonae Sierra (SSBR3)
O lucro líquido atribuível aos proprietários da controladora da Sonae Sierra totalizou R$ 16,3 milhões no terceiro trimestre. Já o resultado financeiro líquido consolidado se traduziu numa despesa financeira líquida  de R$ 15,3 milhões, um aumento de 13,3% frente ao terceiro trimestre de 2015. 

A receita líquida totalizou R$ 83,4 milhões no período, praticamente em linha com o o mesmo período de 2015. Nos nove primeiros meses de 2016 a receita líquida consolidada registrou crescimento de 1,9%, atingindo R$ 249,2 milhões.

AES Tietê (TIET11)
A geradora de energia  AES  Tietê, da norte-americana  AES , teve lucro líquido de R$ 97,8 milhões no terceiro trimestre, queda de 38,6% ante mesmo período do ano passado, informou a companhia nesta quinta-feira.  O Ebitda somou R$ 213,8 milhões no período, queda de 36% na comparação anual.

ABC Brasil (ABCB4)
O lucro líquido do ABC Brasil atingiu R$ 102,8 milhões no terceiro trimestre de 2016, crescimento de 7,2% em relação aos R$ 95,9 milhões do mesmo período de 2015 e queda de 1,3% em relação aos R$ 104,1 milhões do trimestre anterior. O ROAE (Retorno Anualizado Sobre o Patrimônio Líquido) recorrente atingiu 15,0% ao ano no terceiro trimestre de 2016, redução de 0,7 ponto percentual em relação aos 15,7% a.a. do trimestre anterior e de 1,2 p.p. em relação aos 16,2% a.a. do mesmo período de 2015.

Restoque (LLIS3)
A Restoque teve prejuízo líquido de R$ 8,829 milhões no terceiro trimestre de 2016, queda de 61,1% em relação ao prejuízo líquido do mesmo trimestre do ano passado, de R$ 22,712 milhões. O resultado é o atribuído aos sócios da empresa controladora. A receita líquida ficou praticamente estável no terceiro trimestre de 2016, totalizando R$ 282,3 milhões.

O Ebitda foi de R$ 61,1 milhões, 38,9% acima do Ebitda de R$ 44,0 milhões de um ano antes.

Hypermarcas (HYPE3)
O BTG Pactual revisou o modelo para as ações da Hypermarcas e elevou o preço-alvo de R$ 24 para R$ 29, reiterando recomendação de compra.

"A companhia deve seguir ganhando participação de mercado já que possui diversas vantagens competitivas, como custo de produção até 41% menor que a maioria dos concorrentes e elevadas barreiras para novos entrantes. De acordo com nossa estimativa, a venda do business de fraldas poderia gerar R$ 1,5 bilhão (cerca de 9% do nosso preço-alvo). A ação pode até sofrer um pouco com o overhang criado pela possível venda de participação da família Gonçalves, mas os fundamentos sustentáveis de longo prazo devem prevalecer", afirmam os analistas. 

Grupo Pão de Açúcar (PCAR4)
O  conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar autorizou a diretoria a avaliar alternativas estratégicas envolvendo o investimento na Via Varejo (VVAR11), de acordo com ata da reunião do colegiado nesta quinta-feira.  Segundo o documento, iniciativa está alinhada com a estratégia de continuar "priorizando o desenvolvimento do negócio alimentar, principal atividade da CBD".

A Via Varejo atua no mercado de eletroeletrônicos e móveis, com as marcas Casas Bahia e Pontofrio, e tem pressionado os resultados do GPA, o maior varejista do país, controlado pela francesa Casino.  No terceiro trimestre, a Via Varejo teve prejuízo de 90 milhões de reais, quase duas vezes maior que no mesmo período de 2015, enquanto a receita ficou quase estável.

Em fato relevante separado, o GPA disse que "não estabeleceu um cronograma para concluir o processo e não fará comentários adicionais até que haja uma nova deliberação sobre o tema pelos seus órgãos societários competentes." De acordo com o BTG Pactual, as ações de ambas as companhias devem reagir bem na Bolsa.  "O Pão de Açúcar se livra de um desafio grande, que é integrar o e-commerce (CNova Brasil) com Via Varejo. O desafio é muito difícil, a exemplo do que foi para B2W e outras", afirmam os analistas.

Banco do Brasil
 O Conselho do Banco do Brasil ( BBAS3 ) elegeu o Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo como vice-presidente de serviços, infraestrutura e operações, informou a instituição financeira nesta sexta-feira.

Hamilton foi secretário de política econômica do ministério da Fazenda, diretor de política econômica do Banco Central, e já foi executivo do grupo J&F, controlador de empresas como a produtora de alimentos JBS.

O colegiado do banco também elegeu Tarcísio Hübner como vice-presidente de agronegócios e micro e pequenas empresas. Hübner exercia anteriormente cargo de diretor de distribuição.

Oi (OIBR4)
Segundo o jornal O Globo, os investidores estrangeiros interessados em adquirir a Oi estiveram em Brasília no gabinete de Juarez Quadros, presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Eles indicaram a possibilidade de promover investimentos bilionários ao adquirir a empresa em recuperação judicial e, segundo Quadros, "há quem diga que vai aportar R$ 8 bilhões ou R$ 10 bilhões" na companhia. A agência confia numa solução de mercado, ou seja, que algum grupo venha a adquirir o controle da operadora e lide com sua dívida.

BM&FBovespa (BVMF3)
A BM&FBovespa e a bolsa do Egito (EGX) assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) que inclui a cooperação mútua e o intercâmbio de informações em diversas áreas de negócios de ambas companhias. A estratégia, segundo a bolsa, dá mais musculatura para o fortalecimento internacional.

"Essa relação de cooperação tem como objetivo o desenvolvimento dos mercados dos dois países, a partir da identificação de oportunidades que tragam benefícios para ambos", afirma Edemir Pinto, diretor presidente da Bolsa brasileira, em nota.

A bolsa destaca que por meio desse acordo o intuito é ampliar um leque de oportunidades que podem ser estudadas para o desenvolvimento de seus negócios, produtos e mercados com o compartilhamento de conhecimento mútuo. A BM&FBovespa irá ainda cooperar na "disseminação da informação e da educação por meio do intercâmbio de programas sobre mercados de capitais, valores mobiliários, derivativos e outros programas de sensibilização dos investidores", frisa a companhia em nota.

Já o presidente executivo da EGX, Mohamed Omran, destaca que esse memorando de entendimento complementa a sua estratégia para cooperar mais com as bolsas globais, além de seus mercados tradicionais na África, no Oriente Médio e na Europa. "Esperamos que haja colaboração longa e profícua com a BM&FBovespa para o benefício de ambas as bolsas e visamos listar índices ou ETFs que viabilizem novas alternativas de investimento para os investidores em ambos os mercados", salienta.

(Com Bloomberg, Agência Estado e Reuters)

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