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Estoques de petróleo bruto dos EUA caíram em 8,5 milhões de barris na semana passa

31/07/2019 14h45

Os estoques de petróleo bruto nos EUA caíram mais do que o esperado na semana passada, de acordo com dados oficiais divulgados na quarta-feira.

A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês) afirmou em seu relatório semanal que os inventários de petróleo bruto diminuíram em 8,5 milhões de barris na semana até 26 de julho.

Esse número foi comparado às previsões para um estoque de 2,59 milhões de barris, após uma queda de 10,84 milhões de barris na semana anterior.

O relatório da EIA também mostrou que os estoques de gasolina caíam em 1,79 milhão de barris, em comparação com as expectativas de um consumo de 1,45 milhão de barris, enquanto os estoques de destilados caíam inesperadamente em 0,89 milhões de barris, em comparação com as previsões para um ganho de 1,05 milhão.

Os preços do petróleo bruto subiam 1,2%, para US$ 58,76 o barril, às 11h34, em comparação com US$ 58,44 antes da publicação.

Os contratos futuros de petróleo Brent, negociados em Londres, registraram alta de 1,2%, para US$ 65,39 por barril, em comparação com US$ 65,09 antes do lançamento.

O petróleo estava em alta antes da publicação, depois que o Instituto Americano de Petróleo informou que os os estoques norte-americanos haviam caído em 6,02 milhões de barris.

O petróleo foi negociado em alta nas últimas cinco sessões no período que antecedeu a decisão sobre a taxa do Federal Reserve. Espera-se que o banco central americano reduza as taxas de juros em um quarto de ponto, o que poderia fornecer incentivo para desviar o capital para ativos inflacionários, como o petróleo.

Mas, apesar disso, o petróleo está sob pressão em julho, já que a desaceleração da economia mundial aumentou as preocupações com as perspectivas para a demanda por petróleo. O WTI está pouco alterado no mês, mas o Brent caiu cerca de 2% desde o final de junho.

Washington e Pequim encerraram dois dias de renovadas negociações comerciais na quarta-feira que mostraram pouco progresso na redução da disputa, e aumentam o risco de enfraquecer ainda mais a economia global. Autoridades de alto escalão não devem retomar as negociações até setembro.