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Após lucrar R$ 302 mi no trimestre, BR Distribuidora sobe quase 2%

01/08/2019 11h09

As ações da BR Distribuidora (SA:BRDT3) são negociadas com ganhos de 3,83% a R$ 27,61, no fim da manhã desta quinta-feira na bolsa paulista. A companhia registrou lucro líquido de R$ 302 milhões no segundo trimestre, alta de 14,8% na comparação com igual período do ano anterior. É o primeiro balanço publicado pela BR após a sua privatização, na semana passada.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) ajustado subiu 6,5% na comparação anual no segundo trimestre, para 541 milhões de reais. O volume de vendas, de quase 10 bilhões de litros, registrou queda de apenas 0,6% na comparação com o segundo trimestre de 2018.

As vendas dos combustíveis do ciclo OTTO (gasolina e etanol) no segundo trimestre aumentaram 1,9%, e de diesel para não térmicas, 2,3%, ante o segundo trimestre de 2018.

A receita líquida aumentou 1,9% ante o mesmo período do ano passado, para pouco mais de 24 bilhões de reais, disse a empresa, citando também aumento de 4,7% nos preços médios ante o primeiro trimestre.

O BTG Pactual (SA:BPAC11) viu aspectos positivos nos resultados da BR Distribuidora, mas ressaltou que ainda procura um ponto para entrada no papel. Desta forma, mantém a recomendação Neutra para a companhia.

Os analistas destacam que a proposta de valor da BR é quase inteiramente baseada no fechamento do gap de margem em relação aos pares. Isso pode mudar significativamente dependendo do ponto de partida, que permanece incerto com base em outro trimestre errático.

Eles avaliam que a equação correta entre ganhos de margem e resiliência de participação de mercado ainda está para ser encontrada, com os resultados até agora apontando para uma maior volatilidade de margem do que esperavam para este negócio.

A equipe vê de forma positiva o compromisso da administração em entregar iniciativas para melhorar os retornos, incluindo preços, aquisições e gestão de pessoas. Mas, o banco acredita que a vida dos grandes distribuidores de combustível é agora mais difícil, para que os investidores vejam um cenário de alta, com pelo menos alguma dose de ceticismo.

As ações da BR Distribuidora (SA:BRDT3) são negociadas com ganhos de 3,83% a R$ 27,61, no fim da manhã desta quinta-feira na bolsa paulista. A companhia registrou lucro líquido de R$ 302 milhões no segundo trimestre, alta de 14,8% na comparação com igual período do ano anterior. É o primeiro balanço publicado pela BR após a sua privatização, na semana passada.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) ajustado subiu 6,5% na comparação anual no segundo trimestre, para 541 milhões de reais. O volume de vendas, de quase 10 bilhões de litros, registrou queda de apenas 0,6% na comparação com o segundo trimestre de 2018.

As vendas dos combustíveis do ciclo OTTO (gasolina e etanol) no segundo trimestre aumentaram 1,9%, e de diesel para não térmicas, 2,3%, ante o segundo trimestre de 2018.

A receita líquida aumentou 1,9% ante o mesmo período do ano passado, para pouco mais de 24 bilhões de reais, disse a empresa, citando também aumento de 4,7% nos preços médios ante o primeiro trimestre.

O BTG Pactual (SA:BPAC11) viu aspectos positivos nos resultados da BR Distribuidora, mas ressaltou que ainda procura um ponto para entrada no papel. Desta forma, mantém a recomendação Neutra para a companhia.

Os analistas destacam que a proposta de valor da BR é quase inteiramente baseada no fechamento do gap de margem em relação aos pares. Isso pode mudar significativamente dependendo do ponto de partida, que permanece incerto com base em outro trimestre errático.

Eles avaliam que a equação correta entre ganhos de margem e resiliência de participação de mercado ainda está para ser encontrada, com os resultados até agora apontando para uma maior volatilidade de margem do que esperavam para este negócio.

A equipe vê de forma positiva o compromisso da administração em entregar iniciativas para melhorar os retornos, incluindo preços, aquisições e gestão de pessoas. Mas, o banco acredita que a vida dos grandes distribuidores de combustível é agora mais difícil, para que os investidores vejam um cenário de alta, com pelo menos alguma dose de ceticismo.

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