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Guide Investimentos faz quatro substituições na carteira Titulares de agosto

01/08/2019 15h01

A Guide Investimentos atualizou na manhã desta segunda-feira a sua carteira Titulares de agosto, realizando quatro trocas. Deixam o portfólio as ações da Ecorodovias (SA:ECOR3), Eletrobras (SA:ELET3), Linx (SA:LINX3) e Via Varejo (SA:VVAR3), para as entradas de BRF (SA:BRFS3), Cemig (SA:CMIG4), CVC Brasil (SA:CVCB3) e Rumo (SA:RAIL3).

A carteira encerrou julho com resultado positivo de 9,0%, sendo que o Ibovespa acumulou 0,8% no mesmo período. O destaque positivo ficou para Via Varejo, com valorização de 52,27%, seguido por Cyrela (SA:CYRE3), com 21,27%. Na ponta oposta, Linx teve o pior desempenho, com queda de 9,12%.

Lá fora, ativos de risco também encerraram o mês em alta, diante da expectativa a de uma política monetária de maior liquidez por parte dos Bancos Centrais desenvolvidos

Composição: Sanepar (SA:SAPR11), B3, IRB e Rumo; CVC, Cyrela e Cemig; Petrobras (SA:PETR4), BRF e Banco do Brasil (SA:BBAS3).

Top Pick

A Carteira Top Picks encerrou julho no positivo, acima da performance do índice de referência (Ibovespa). Por aqui, o mês foi de leve valorização para os ativos de risco local, marcado pela tramitação, e votação no 1º turno, da reforma da Previdência na Comissão Especial.

Lá fora, os investidores seguiram acompanhando as negociações externas envolvendo o comércio global, e dados de atividade na agenda (monitorando o risco de uma desaceleração econômica global). Ainda assim, vemos um momento um pouco mais positivo no quadro internacional, diante da expectativa de uma política monetária de maior liquidez por parte dos Bancos Centrais dos países desenvolvidos.

Em julho, o destaque positivo foi a Cyrela (SA:CYRE3), após forte prévia operacional do 2º tri e fechamento dos DIs, além do noticiário envolvendo o remanejamento de verba do FGTS para o MCMV. Na outra ponta, os papéis do Banco do Brasil (SA:BBAS3) limitaram uma alta mais expressiva do portfólio. Em 2019, o desempenho da Top Picks permanece acima da performance do Ibovespa.

Para a carteira, optamos por incluir BRF (SA:BRFS3), e retiramos as ações de Duratex (SA:DTEX3). O objetivo foi realizar os ganhos com as ações de DTEX3, e capturar a retomada do consumo interno com BRF para o 2S19.

Para a bolsa, os múltiplos seguem atraentes (P/L de 12,3x, em linha com sua média histórica nos últimos 7A) e uma relação de risco x retorno interessante. Algumas empresas seguem melhor preparadas para aproveitar os ventos mais favoráveis deste novo ciclo que vislumbramos. Nomes relacionados às empresas estatais, serviços financeiros, privatizações, além de ativos ligados ao consumo, seguem como nossas principais teses de investimento.

Composição: B3, Banco do Brasil, BRF, Cemig (SA:CMIG4), CVC (SA:CVCB3), Cyrela, IRB Brasil (SA:IRBR3), Petrobras (SA:PETR4), Rumo (SA:RAIL3) e Sanepar (SA:SAPR11).

Dividendos

Em julho, a Carteira de Dividendos encerrou o mês com desempenho positivo, mas abaixo do seu índice de referência (IDIV). O destaque de alta foram os ativos de B3, que avançou em linha com o grande volume de ofertas realizadas na bolsa (cerca de ~ R$24 bi captados) e fechamento maior da curva de juros, beneficiando os ativos de risco locais. Na outra ponta, os papéis do Banco do Brasil limitaram uma alta mais forte do portfólio.

No mês, a Carteira de Dividendos avançou 1,4%, enquanto o IDIV teve alta de 2,8%. Em 2019, segue em linha com o índice: enquanto nosso portfólio detém alta de 22,3%, o IDIV avançou 21,9%.

Para o mês de agosto, a opção foi por realizar uma troca em portfólio. Retirando os ativos de Banrisul (SA:BRSR6), e incluindo os da Cyrela. Para a corretora, a companhia deve continuar a destravar valor, se beneficiando do fechamento da curva de juros e melhora da confiança do consumidor.

Composição: B3, Banco do Brasil, BR Distribuidora (SA:BRDT3), Cyrela, Cemig, IRB Brasil (SA:IRBR3), Sanepar e CTEEP (SA:TRPL4)

Economia