Topo

Itaú, Petrobras e Vale e mais 15 divulgaram resultados na semana; confira os dados

02/08/2019 16h09

A semana que chega ao fim nesta sexta-feira (2) trouxe os resultados de algumas das companhias com maior peso no Ibovespa, como Petrobras (SA:PETR4), Itaú Unibanco (SA:ITUB4) e Vale (SA:VALE3). Entre os resultados, o que mais agradou o mercado foi o da estatal, que ganhos de quase R$ 19 bilhões no segundo trimestre. Já a Vale, por conta do contingenciamento pela tragédia de Brumadinho (MG), no início do ano, teve prejuízo, diante de um cenário que era esperado um lucro bilionário.

Confira como foram os resultados das companhias a cada dia.

SEGUNDA (29)

- Itaú Unibanco

O maior banco privado do país teve alta de 10,2% no lucro recorrente do segundo trimestre, a R$ 7,034 bilhões, apoiado em crescimento da carteira de crédito e ganhos com operações de tesouraria. O resultado recorrente ficou praticamente em linha com a média de expectativas de analistas, de R$ 6,977 bilhões, segundo dados da Refinitiv.

Itaú Unibanco encerrou o segundo trimestre com R$ 4,04 bilhões em provisões para inadimplência líquidas de renegociação ante estimativa de analistas de R$ 4,2 bilhões. A inadimplência acima de 90 dias foi de 2,9% no período ante 3% nos três primeiros meses do ano e 2,8% no segundo trimestre de 2018.

A carteira de crédito subiu 5,85%, para R$ 659,727 bilhões. O banco afirmou que o destaque foi "a expansão das carteiras de pessoas físicas e de micro, pequenas e médias empresas que levou ao crescimento de 2,8% da margem financeira com clientes".

O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado do Itaú Unibanco foi de 23,5% no segundo trimestre ante 23,65 nos três primeiros meses do ano e 21,6% um ano antes. Analistas, em média, esperavam 22,7%, segundo dados da Refinitiv.

- Multiplan (SA:MULT3)

A companhia informou que obteve uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 214 milhões entre abril e junho, queda de 16,8% na base anual. Analistas, em média, esperavam Ebitda de R$ 224,4 milhões, segundo dados da Refinitv.

A Multiplan afirmou que a queda no lucro líquido ocorreu "principalmente devido ao aumento da depreciação decorrente da aquisição de participação no BH Shopping e do impacto nas despesas de remuneração baseada em ações".

"Excluindo a conta de remuneração baseada em ações em ambos os períodos, o lucro líquido teria aumentado 16,8% e atingido R$ 136,9 milhões, impulsionado pelo crescimento de 6% da receita líquida", afirmou a companhia no balanço. A Multiplan acrescentou que a margem líquida ajustada foi de 42,1% no trimestre passado, um aumento de 389 pontos básicos sobre a margem registrada um ano antes.

A receita líquida somou R$ 324,9 milhões no segundo trimestre. A Multiplan afirmou que os lojistas em seus empreendimentos tiveram vendas de R$ 3,8 bilhões no período, alta de 6,6% na comparação anual, "como consequência do aumento das vendas em 18 dos 19 shopping centers" do portfólio da companhia.

- Aliansce (SA:ALSC3)

A administradora de shoppings centers informou que encerrou o segundo trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 37,310 milhões, sendo que no mesmo período do ano passado o resultado havia sido de R$ 25,037 milhões, o que representa ganhos de 49%.

No acumulado do ano, o avanço é de 107,1%, indo de R$ 31,433 milhões para R$ 65,099 milhões.

Entre abril e junho deste ano, a companhia teve receitas líquidas de R$ 145,734 milhões, alta de 10,9% ante dos R$ 131,363 milhões registrados no mesmo período de 2018. Já no primeiro semestre, o resultado foi de R$ 282,294 milhões, avanço de 9,4% ante os R$ 261,752 milhões de um ano antes.

Com isso, o Ebitda ajustado da Aliansce foi de R$ 107,091 milhões no trimestre, salto de 9,6% ante os R$ 97,743 milhões do mesmo período do ano passado. Desta forma, a margem Ebitda ajusta recuou de 75% para 74,8% na comparação anual. No acumulado de 2019, o Ebitda é de R$ 198,083 milhões e margem 70,6%, sendo que nos seis primeiros meses do ano passado foi de R$ 183,041 milhões com margem também de 70,6%.

TERÇA (30)

- CSN (SA:CSNA3)

A siderúrgica reportou que teve lucro líquido de R$ 1,894 bilhão, uma expansão de 59% sobre o desempenho obtido um ano antes, apoiado em maiores vendas de minério de ferro e redução de despesas financeiras, informou o grupo siderúrgico e de mineração.

A companhia apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 2,38 bilhões, expansão de 68% na base anual. Sem ajustes, o Ebitda da empresa foi de R$ 1,465 bilhão, queda de 21 % sobre o segundo trimestre de 2018.

Analistas, em média, esperavam Ebitda de R$ 1,94 bilhão, segundo dados da Refinitiv.

A empresa também anunciou que estima atingir Ebitda ajustado de cerca de 8,5 bilhões de reais em 2019, uma produção de minério de ferro de 33 milhões de toneladas este ano e também em 2020. Já a expectativa para este ano para vendas da commodity é de cerca de 40 milhões de toneladas.

- Smiles (SA:SMLS3)

A companhia registrou no segundo trimestre do ano lucro líquido de R$ 155,7 milhões, um crescimento de 36,4% na comparação com o mesmo período anterior, quando foi de R$ 114,2 milhões. Na abertura do ano, o resultado foi de R$ 141,9 milhões.

Em relação à receita líquida, a Smiles registrou R$ 278 milhões entre abril e junho de 2019, o que representa alta de 40,3% na comparação com os R$ 198,1 milhões do mesmo período do ano anterior. Já no primeiro trimestre, as receitas foram R$ 240,6 milhões.

Desta forma o Ebitda foi de R$ 180,4 milhões no segundo trimestre, com margem de 64,9%, sendo que um ano antes foi de R$ 134,9 milhões e margem de 68,1%, alta de 33,7%. Entre janeiro e março deste ano, o Ebtida foi de R$ 171,1 milhões e margem de 71,1%.

- TIM (SA:TIMP3)

A companhia reportou que teve lucro líquido ajustado de R$ 423 milhões no segundo trimestre, crescimento de 26% sobre o resultado positivo de um ano antes, informou o grupo de telecomunicações controlado pela Telecom Italia.

Analistas, em média, esperavam lucro de R$ 353,7 milhões, segundo estimativas compiladas pela Refinitiv. Não ficou imediatamente claro se os números são comparáveis.

A empresa informou que contabilizou crédito fiscal de R$ V2,9 bilhões "advindo da decisão judicial favorável à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins".

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 1,616 bilhão, alta de 6,2% sobre um ano antes. A expectativa média dos analistas era de R$ 1,805 bilhão para esta linha.

A companhia teve receita líquida de 4,263 bilhões de reais no segundo trimestre, aumento de 2,4% na comparação anual.

- CTEEP (SA:TRPL4)

A maior empresa privada de transmissão de energia do setor elétrico do Brasil, reportou lucro líquido de 240,3 milhões de reais no segundo trimestre de 2019, queda de 29,8% ante igual período do ano passado.

O recuo dos resultados da empresa controlada pela colombiana Isa ocorreu em meio a uma piora no resultado financeiro líquido, que foi negativo em 49,2 milhões de reais, aumento de mais de 90% ante o mesmo período do ano passado.

O resultado operacional, refletido no lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado, somou 599 milhões de reais no segundo trimestre, queda de 12,3% na comparação anual.

- Lojas Renner (SA:LREN3)

A varejista de moda Lojas Renner teve queda de dois dígitos no lucro líquido do segundo trimestre, refletindo uma maior alíquota de imposto de renda e provisões para participação nos lucros, além de efeitos cambiais que pressionaram as margens.

Com base na norma contábil internacional IFRS 16, a companhia teve lucro líquido de 235 milhões de reais entre abril e junho, queda de 14,4% na comparação anual. O desempenho operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) total ajustado subiu 1,8% ano a ano, para 441,9 milhões de reais.

"Este trimestre foi de mais lento crescimento operacional, mas os terceiro e quarto trimestres devem mostrar um cenário mais positivo", disse o vice-presidente financeiro da Lojas Renner, Laurence Gomes, à Reuters.

A receita líquida da rede de varejo no segundo trimestre subiu 13,4 por cento, para 2,019 bilhões de reais, e as despesas operacionais cresceram 1,2 por cento, para 683,8 milhões. As vendas mesmas lojas tiveram alta de 9,2 por cento ante expansões de 12,7 por cento no primeiro trimestre e de 2,5 por cento no segundo trimestre do ano passado.

QUARTA (31)

- Vale

A companhia registrou seu segundo prejuízo líquido trimestral seguido, com perdas de US$ 133 milhões no segundo trimestre, devido aos impactos relacionados ao rompimento de uma de suas barragens em Brumadinho (MG).

O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que esperava um lucro líquido de 2,8 bilhões de dólares, em meio a um aumento nos preços do minério de ferro, segundo pesquisa realizada pela Refinitiv.

A perda, contudo, foi menor do que a vista no primeiro trimestre, quando o prejuízo somou 1,642 bilhão de dólares. No segundo trimestre do ano passado, a mineradora havia registrado lucro líquido de 76 milhões de dólares.

A holding controladora da mineradora também opera em baixa. A Bradespar (SA:SA:BRAP4) é a segunda maior queda do Ibovespa, com as ações caindo 2,06% a R$ 30,97.

- Duratex (SA:DTEX3)

A Duratex obteve no segundo trimestre de 2019 um lucro líquido recorrente de R$ 69,480 milhões, sendo que no mesmo período do ano passado o resultado havia sido de R$ 27,498 milhões, o que representa alta de 152,7%.

Já a receita líquida consolidada foi de R$ 1,144 bilhão entre abril e junho deste ano, uma leve queda de 2,0% na comparação com os R$ 1,167 bilhão de um ano antes. Na abertura do ano, o resultado foi de R$ 1,072 bilhão.

Desta forma, o Ebtida registrado foi de R$ 286,920 milhões, com margem de 25,1%, contra R$ 505,521 milhões de um ano antes e margem de 43,0%, o que representa queda de 42,8% e variação negativa de 17,9 pontos para a margem.

- BR Distribuidora (SA:BRDT3)

A companhia registrou lucro líquido de R$ 302 milhões no segundo trimestre, alta de 14,8% na comparação com igual período do ano anterior.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) ajustado subiu 6,5% na comparação anual no segundo trimestre, para 541 milhões de reais. O volume de vendas, de quase 10 bilhões de litros, registrou queda de apenas 0,6% na comparação com o segundo trimestre de 2018.

As vendas dos combustíveis do ciclo OTTO (gasolina e etanol) no segundo trimestre aumentaram 1,9%, e de diesel para não térmicas, 2,3%, ante o segundo trimestre de 2018.

A receita líquida aumentou 1,9% ante o mesmo período do ano passado, para pouco mais de 24 bilhões de reais, disse a empresa, citando também aumento de 4,7% nos preços médios ante o primeiro trimestre.

QUINTA (1º)

- Gol (SA:GOLL4)

A aérea reportou que teve prejuízo líquido de R$ 194,6 milhões no segundo trimestre, uma forte queda em relação ao resultado negativo do mesmo período de 2018 (R$ 1,9 bilhão), ajudada pelo forte crescimento de receita.

De abril a junho, a receita operacional líquida totalizou 3,1 bilhões de reais, alta de 33,4% na comparação ano a ano e também a maior valor já registrado pela empresa em um segundo trimestre. A Gol tem se beneficiado da suspensão de voos da rival Avianca Brasil, em processo de recuperação judicial.

A receita operacional líquida por assento quilômetro ofertado (RASK, na sigla em inglês) foi de 0,2763 real, um aumento de 25,3% em comparação com os mesmos meses de 2018.

O custo unitário baseado no custo por assento quilômetro ofertado (CASK), excluindo despesas não recorrentes, aumentou em 13,6%, para 0,2412 real, principalmente devido ao aumento dos custos com combustível, segundo a Gol, consequência do acréscimo de 9,8% no preço de querosene de aviação.

O lucro operacional medido pelo Ebit foi de 399,4 milhões de reais, acima dos 87,1 milhões de reais do mesmo período do ano passado, com a margem subindo para 12,7%, maior patamar desde 2006, mesmo diante do aumento de 8,8% na taxa de câmbio média e do acréscimo no preço de querosene de aviação.

- Petrobras

A estatal registrou lucro líquido recorde de R$ 18,87 bilhões no segundo trimestre, aumento de 87% ante o mesmo período do ano passado, principalmente devido à conclusão da venda de fatia na Transportadora Associada de Gás (TAG).

A forte valorização do petróleo também contribui para o resultado. O barril do tipo WTI avança 3,04% para US$ 55,59, enquanto o Brent soma 3,34% para US$ 62,52.

Na comparação com o primeiro trimestre, o resultado foi 4,6 vezes maior, após a Petrobras ter recebido 33,5 bilhões de reais por 90% da TAG em junho. O aumento das cotações internacionais do petróleo ante o primeiro trimestre e a valorização do dólar frente ao real também impactaram positivamente os resultados da companhia.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou 32,65 bilhões de reais entre abril e junho, alta de 8,6% ante o mesmo período de 2018 e avanço de 18,8% em relação ao primeiro trimestre.

Já a receita de vendas da empresa somou 72,6 bilhões de reais, queda de 3% em relação ao segundo trimestre de 2018 e alta de 2,4% na comparação com o primeiro trimestre.

- Cia. Hering (SA:HGTX3)

Entre abril e junho deste ano, a companhia registrou lucro líquido de R$ 40683 milhões, contra os R$ 57,286 milhões de um ano antes, o que representa uma queda de 29,0% na base anual. Com isso, nos seis primeiros meses do ano, o resultado foi de R$ 87,368 milhões, valor 4,6% menor do que no mesmo período de 2018.

Já a receita líquida do segundo trimestre totalizou R$ 359,992 milhões, uma leve queda de 0,02% na comparação com os R$ 362,293 milhões do mesmo período do ano passado. Assim, no primeiro semestre, as receitas são de R$ 733,929 milhões, alta de 3,9% contra os R$ 706,096 milhões de um ano antes.

Desta forma, o Ebitda da companhia ficou em R$ 46,153 milhões no trimestre, com margem de 12,8%. Um ano antes, foi de R$ 58,013 milhões e margem de 16,0%, o que representa queda de 20,4% na base anual e retração de 3,2 pontos na margem. Em 2019, o Ebitda acumulado é de R$ 103,187 milhões com margem de 14,1%.

- Localiza (SA:RENT3)

A maior companhia de locação de veículos e gestão de frotas do país teve crescimentos de dois dígitos nas vendas de veículos seminovos e no aluguel de carros, o que ajudou a companhia a elevar o lucro líquido no segundo trimestre.

A empresa teve lucro líquido de R$ 190 milhões de abril a junho, crescimento de cerca de 34% sobre o resultado de um ano antes. Sem incluir efeitos da adoção do padrão contábil IFRS 16, a Localiza teve lucro líquido de R$ 191,4 milhões.

Analistas, em média, esperavam lucro líquido de 205,5 milhões de reais para a Localiza no período, segundo dados da Refinitiv.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) chegou a quase meio bilhão de reais, crescimento de cerca de 44 por cento na base anual. Um ano antes, a greve dos caminhoneiros havia atingido os resultados da companhia.

- Odontoprev (SA:ODPV3)

A operadora de planos odontológicos encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 62,274 milhões, contra os R$ 60,344 milhões de um ano antes, o que representa um crescimento de 3,2%. Com isso, no acumulado do ano o lucro é de R$ 159,704 milhões, 12,2% superior aos R$ 142,310 milhões do mesmo período de 2018.

A receita líquida operacional da companhia entre abril e junho foi de R$ 447,438 milhões, um salto de 19,2% quando comparados com os R$ 375,258 milhões de igual período do ano anterior. Assim, no ano, as receitas da Odontoprev acumulam R$ 887,307 milhões, contra os R$ 745,647 de um ano antes, crescimento de 19%.

O Ebtida ajustado do trimestre ficou em R$ 101,593 milhões, representando um crescimento de 7,6% na comparação com os R$ 94,444 milhões entre abril e junho de 2018. No ano, o total é de R$ 223,036 milhões, crescimento anual de 11,1%. Já a margem Ebitda recuou de 25,2% para 22,7% entre os trimestres.

- Paranapanema (SA:PMAM3)

No segundo trimestre do ano, a companhia registrou resultado líquido de R$ 102,826 milhões, revertendo assim os números negativos registrados um ano antes, quando foram de -R$ 288,043 milhões.

Entre abril e junho deste ano, as receitas líquidas foram de R$ 1,401 bilhão, salto de 48% contra os R$ 945,574 milhões de um antes. No período, as vendas saltaram de 32.646 mil toneladas para 52.245 mil toneladas.

O Ebitda também reverteu o resultado negativo de R$ 38,938 milhões do segundo trimestre de 2018 para R$ 116,984 milhões agora neste ano. Assim, a margem foi de -4,1% para 8,3%, variação de 12,5 pontos na base anual.

SEXTA (2)

- Porto Seguro (SA:PSSA3)

No segundo trimestre do ano, a seguradora teve lucro líquido de R$ 379 milhões, com business combination, representando assim um avanço de 13,7% na comparação com o mesmo período ao ano passado. Sem a combinação, o resultado foi de R$ 380,9 milhões entre abril e junho.

O resultado operacional de seguros recuou para R$ 242,5 milhões, queda de 27,7%, enquanto o resultado operacional de outros negócios ganhou 0,8%, para R$ 98,1 milhões. Desta forma, a receita total recuou 2,5%, para R$ 4,4 bilhões, enquanto os prêmios auferidos caíram 2,3%, para R$ 3,7 bilhões. A receita de negócio financeiros e serviços diminuiu 0,4%, para R$ 617 milhões.

A Coinvalores destaca que no segmento Auto, o principal para a Porto, houve retração de 4,6% nos prêmios, mesmo com crescimento de 3,8% na frota segurada na comparação com o 2T18. Já em previdência a companhia também viu uma forte redução no top line, efeito compensado pelo forte crescimento em saúde, odonto e seguros pessoais.

Além disso, a sinistralidade também veio acima do patamar observado no 2T18, pressionando o índice combinado, que é quanto os custos e despesas da companhia representam dos prêmios emitidos. Por outro lado, as receitas de negócios financeiros continuaram crescendo

Mais Economia