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SulAmérica opera estável um dia após reportar salto do lucro para R$ 260,8 milhões

08/08/2019 11h35

A SulAmérica (SA:SULA11) encerrou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 260,8 milhões, o que equivale a uma alta de 92,6% em relação aos R$ 135,4 milhões registrados um ano antes. Nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 223,5 milhões. Já no semestre o lucro acumula R$ 484,3 milhões, avanço de 75% na base anual. Com isso, as ações operam com estabilidade, com ligeira alta de 0,09% a R$ 46,44.

Entre abril e junho deste ano, as receitas operacionais totalizaram R$ 5,439 bilhões, crescimento de 7% na comparação com os R$ 5,085 bilhões do mesmo período de 2018 e de R$ 5,254 bilhões entre janeiro e março.

A operação de seguro saúde e odontológico apresentou resultados consistentes em mais um trimestre. A sinistralidade foi mantida sob controle, com ganho de 1,0 ponto percentual (p.p.), ao mesmo tempo em que seguiu a tendência de crescimento orgânico de beneficiários, fruto de uma estratégia comercial acertada e da atratividade dos produtos, mantendo o bom desempenho em vendas novas e um alto nível de retenção.

Para a Mirae Asset, mais uma vez a companhia entregou um resultado acima do esperado, com crescimento de prêmios, sinistralidade e de ROE. A corretora segue otimista com a empresa e com o setor e espera que caso ocorra a venda de outros negócios, como o de automóveis, poderá levar a empresa a focar ainda mais no segmento de saúde.

A Coinvalores destaca o aumento do faturamento em 7,0% com melhora na operação de seguro saúde e odontológico. O segmento de automóveis, por outro lado, mostrou redução de receita, com aumento da sinistralidade em 1,3 p.p., principalmente por conta de maiores sinistros.

No entanto, a sinistralidade total da companhia ficou estável em 77,4%. Já o índice combinado (medida que considera sinistros retidos mais despesas com seguros em relação aos prêmios ganhos) ficou 0,3 p.p. menor, ficando em 98,6% quando comparado ao ano passado.

O ROE médio foi de 17,6%, enquanto havia sido de 15,1% no 2T18 e de 16% no primeiro trimestre deste ano.

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