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Governo deve deixar IPO de subsidiárias da Caixa para 2020, diz jornal

12/08/2019 12h14

As intenções da Caixa Econômica Federal de estruturar seus braços operacionais para a realização da abertura de capital na bolsa de valores do Brasil e do exterior deve ficar apenas para 2020. A intenção era fazer o lançamento das ações das divisões de loterias e seguros ainda neste ano. As informações são da edição de domingo da Coluna do Broad, do jornal O Estado de S.Paulo.

Os projetos, que tinham o aval do ministro da Economia, Paulo Guedes, sofreram atraso em sua estruturação para que o IPO pudesse ser viabilizado a tempo, o que deve fazer com que o banco postergue seus planos para o próximo ano. Isso é, de acordo com o jornal, o que esperam os bancos que assessoram a Caixa na operação.

A publicação destaca que estavam nos planos do banco a abertura de capital do braço de seguros, cujas operações estão concentradas na Caixa Seguridade, e do negócio de loterias. No caso da divisão de cartões, sob a Caixa Pay, já estava com previsão para abril de 2020, o que pode ser adiado devido ao atraso dos lançamentos esperados para este ano.

Ainda de acordo com o jornal, a Caixa ainda trabalha para tentar viabilizar o IPO da parte de seguros na última janela do ano. O problema é que, para que sua operação de seguros atinja a maturidade ideal, todas as futuras parcerias comerciais e joint ventures precisam estar estruturadas.

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