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Com lucro 27% maior no 3%, ações do Pão de Açúcar sobem mais de 1%

31/10/2019 10h36

Na manhã desta quinta-feira, as ações do Grupo Pão de Açúcar (SA:PCAR4) (GPA) são negociadas com moderada alta, depois de reportar que teve, no terceiro trimestre do ano, lucro líquido consolidado de R$ 192 milhões de julho a setembro, alta de 27,2% no comparativo anual.

Por volta das 10h45, os papéis do grupo eram negociados com ganhos de 1,1% a R$ 84,05.

A receita líquida do grupo cresceu 10,3% ano a ano, para 13,5 bilhões de reais. A receita líquida do Assaí, braço de atacarejo do grupo, subiu 18,4%, a 6,95 bilhões de reais. A Margem Ebitda subiu 0,7 ponto, para 7,1%.

Já no segmento multivarejo, que inclui as bandeiras Extra e Pão de Açúcar (SA:PCAR4), a receita líquida do trimestre evoluiu 2,9%, para 6,58 bilhões de reais. O Ebitda ajustado encolheu 5,2% e a margem Ebitda teve baixa de 0,7 ponto, a 7,6%.

A companhia, controlada pelo francês Casino e dona das marcas Pão de Açúcar (SA:PCAR4) e teve resultado operacional medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado consolidado somou R$ 960 milhões no terceiro trimestre, alta de 10,9% ante mesma etapa de 2018. A margem Ebitda ficou estável em 7,1%.

Em termos líquidos, o Ebitda do GPA (SA:PCAR4) no período foi de 839 milhões de reais, alta de 3,2% sobre um ano antes. Não ficou imediatamente claro se o número é comparável com a previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de 813,3 milhões de reais, para o período.

Segundo a companhia, o resultado foi impactado pelo fechamento de lojas para conversão e pela continuidade da fragilidade do cenário econômico.

Para o BTG Pactual (SA:BPAC11), os números foram leves, com a divisão de multivarejo sob pressão, o que já era esperado, principalmente em relação as vendas em mesmas lojas (SSS), já que a base de comparação e a tendência de inflação de alimentos pressionaram o resultado.

Para os analistas, embora tenha tendência melhor para a empresa no 4T19, dadas as melhores perspectivas econômicas, a recuperação deve ser apenas gradual em seus fundamentos. Na visão deles, a migração para o Novo Mercado (prevista para o início de 2020) também deve liberar valor para as ações, mas enxergam poucos gatilhos de curto prazo na frente operacional, o que poderia impedir uma grande reavaliação.

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