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Pacific decide usar período de carência referente ao pagamento de juros de março

Pacific Exploration and Production Corporation

21/03/2016 17h00

TORONTO, 21 de março de 2016 /PRNewswire/ -- A Pacific Exploration & Production Corp. (TSX: PRE) (BVC: PREC) anunciou hoje que decidiu não fazer o pagamento de juros devidos em 28 de março de 2016, relativos aos títulos de 5,125% vencíveis em 2023 (os "Títulos de 2023"). O fato de a empresa deixar de fazer esse pagamento dos juros (de US$ 25,6 milhões no agregado) na data programada não constitui um Evento de Mora, de acordo com o contrato que rege os Títulos de 2023, porque a empresa tem um período de 30 dias, a contar da data de pagamento programada, para sanar a falha de fazer tal pagamento. A empresa continua a trabalhar com os detentores de suas dívidas, para formular um plano abrangente que leve em consideração o atual ambiente de preços do petróleo e assegure a viabilidade de longo prazo dos negócios. A empresa permanece e pretende permanecer em dia com suas fornecedoras, parceiras comerciais e empreiteiras. As operações continuam normais na Colômbia e em outras jurisdições nas quais a empresa opera.

Sobre a Pacific:

A Pacific Exploration & Production Corp. é uma empresa de capital aberto, sediada no Canadá, que explora e produz gás natural e petróleo cru, com operações focadas na América Latina. A empresa tem um portfólio diversificado de ativos, com participações em mais de 70 blocos de exploração e produção em vários países, como Colômbia, Peru, Guatemala, Brasil, Guiana e Belize. A Pacific Exploration & Production assumiu o compromisso de conduzir seus negócios com segurança e de maneira responsável sob os aspectos sociais e ambientais.

As ações ordinárias da empresa são comercializadas na Bolsa de Valores de Toronto (Toronto Stock Exchange) e na Bolsa de Valores da Colômbia, sob os símbolos PRE e PREC, respectivamente.

Informe:

Notas de advertência em relação a Declarações Prospectivas

Este comunicado à imprensa contém declarações prospectivas. Todas as declarações, que não as declarações de fatos históricos, que tratam de atividades, eventos ou desenvolvimentos que a empresa acredita, espera ou prevê que irão ou que poderão ocorrer no futuro (incluindo, sem limitação, declarações sobre avaliações e/ou suposições em relação à produção, receitas, fluxo de caixa e custos, estimativas de reservas e recursos, recursos e reservas potenciais e os planos e objetivos de exploração e desenvolvimento da empresa e sua estratégia), são declarações prospectivas. Estas declarações prospectivas refletem as expectativas ou convicções atuais da empresa, com base nas informações atualmente disponíveis à empresa. Declarações prospectivas estão sujeitas a vários riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados reais da empresa sejam consideravelmente diferentes dos discutidos nas declarações prospectivas e, até mesmo, caso tais resultados reais se concretizem ou se concretizem substancialmente, não pode haver qualquer garantia de que eles terão as consequências ou efeitos esperados sobre a empresa. Fatores que podem fazer com que os resultados ou eventos reais sejam consideravelmente diferentes das expectativas atuais incluem, entre outras coisas: a capacidade da empresa de continuar ativa por muito tempo; a volatilidade dos preços de mercado do petróleo e do gás natural; o ambiente contínuo de depressão do preço do petróleo, com possibilidade de maior declínio; a mora de acordo com as linhas de crédito da empresa e/ou os títulos preferenciais da empresa devido à violação dos contratos a esse respeito; rescisão antecipada de um ou mais acordos de tolerância fechados com certos credores da empresa; quantias se tornando devidas e pagáveis segundo as linhas de crédito e/ou títulos preferenciais, apesar do fechamento de tais acordos de tolerância, seja através de ações dos detentores de títulos preferenciais ou do gestor, de acordo com as escrituras de emissão dos títulos preferenciais respectivos ou de qualquer outra forma; o impacto de eventos de moras com respeito às linhas de crédito e/ou títulos preferenciais em outros contratos substanciais da empresa, incluindo, sem se limitar a, moras cruzadas, resultando em aceleração das quantias pagáveis nos termos do contrato ou a rescisão de tais contratos; incapacidade da empresa de chegar a um acordo com seus credores para reestruturar a estrutura de capital da empresa. incapacidade de satisfazer quaisquer termos e condições de qualquer acordo com os credores da empresa sobre a reestruturação proposta; qualquer impacto negativo sobre as atuais operações da empresa, como resultado de qualquer reestruturação proposta ou incapacidade de chegar a um acordo com os credores sobre a mesma; incapacidade de satisfazer os termos e condições de qualquer um dos acordos de renúncia da empresa com os credores aplicáveis ou outras partes ou de qualquer outra renúncia; incapacidade de obter mais extensões de quaisquer renúncias ou incapacidade de obter renúncias de outras cláusulas, se e quando requeridas; os termos de quaisquer renúncias, incluindo o impacto sobre a empresa de quaisquer restrições impostas em conexão com qualquer renúncia; incapacidade de obter outros recursos financeiros para evitar a necessidade de pleitear tutela jurisdicional de acordo com as leis e falência e insolvência em uma ou mais jurisdições no Canadá, Estados Unidos, Colômbia e/ou em outras jurisdições (ou evitar uma petição involuntária de tutela jurisdicional de falência ou ação similar de credor protocolada contra a empresa); percepções dos investidores sobre os prospectos da empresa e sobre os prospectos do setor de petróleo e gás na Colômbia e outros países onde a empresa opera e/ou tem investimentos; expectativas relacionadas à capacidade da empresa de levantar capital e de continuar a adicionar reservas através de aquisições e desenvolvimentos; incapacidade de continuar a cumprir as exigências de registro nas bolsas nas quais os valores mobiliários da empresa estão registrados; o valor das ações do capital da empresa sendo reduzido a zero em consequência de um pedido de insolvência e que tal procedimento pode resultar, no final das contas, no cancelamento das ações de capital da empresa; o efeito de rebaixamentos de classificações dos negócios e operações da empresa; desenvolvimentos políticos na Colômbia, Guatemala, Peru, Brasil, Guiana e México; obrigações inerentes às operações de petróleo e gás; incertezas associadas às estimativas das reservas de petróleo e gás; concorrência por, entre outras coisas, capital, aquisições de reservas, terras inexploradas e pessoal qualificado; avaliações incorretas do valor das aquisições e/ou problemas de integração anteriores; problemas geológicos, técnicos, de perfuração e processamento; flutuações no câmbio ou nas taxas de juros e volatilidade do mercado de ações; atrasos na obtenção de licenças ambientais e outras licenças; incerteza sobre as estimativas de capital e custos operacionais, estimativas de produção e retorno econômico previsto; a possibilidade de que as circunstâncias reais difiram das estimativas e suposições; incertezas relacionadas à disponibilidade e custos de financiamentos necessários no futuro; mudanças na legislação do imposto de renda ou na legislação tributária, nos princípios de contabilidade e nos programas de incentivo para o setor de petróleo e gás; e outros riscos discutidos no tópico intitulado "Fatores de Risco" e em qualquer outro lugar no Formulário de Informação Anual (AIF) da empresa, com data de 18 de março de 2016, arquivado na SEDAR no endereço  www.sedar.com . Qualquer declaração prospectiva somente é válida na data em que é feita e, exceto pelo que pode ser requerido pela legislação de valores mobiliários aplicável, a empresa não assume qualquer intenção ou obrigação de atualizar qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos ou resultados futuros ou por qualquer outro motivo. Embora a empresa acredite que as suposições inerentes às declarações prospectivas sejam razoáveis, declarações prospectivas não são garantias de desempenho futuro e, consequentemente, confiança indevida não deve ser depositada em tais declarações, devido à incerteza que nelas possa estar contida.

Tradução 

Este comunicado à imprensa foi preparado no idioma inglês e, subsequentemente, traduzido para espanhol. No caso de haver qualquer diferença entre a versão em inglês e a versão traduzida, o documento em inglês deve ser tratado como a versão válida.

Frederick Kozak, vice-presidente corporativo de Relações com Investidores, +1 (403) 705-8816, +1 (403) 606-3165; Roberto Puente, gerente sênior de Relações com Investidores, +57 (1) 511-2298, +507 (6) 205-1400; Richard Oyelowo, gerente de Relações com Investidores, +1 (416) 362-7735; CONTATO COM A IMPRENSA: Tom Becker, Sitrick & Company, +1 (212) 573-6100.

To view the original version on PR Newswire, visit: http://www.prnewswire.com/news-releases/pacific-decide-usar-periodo-de-carencia-referente-ao-pagamento-de-juros-de-marco-300239023.html

FONTE Pacific Exploration and Production Corporation