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Sociedade médica lança campanha contra pneumonia e pesquisa inédita da Pfizer mapeia impacto da doença no País

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Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 3 de maio de 2016 /PRNewswire/ -- No momento em que as atenções se voltam para os surtos de gripe por H1N1 no Brasil, outra enfermidade ganha destaque: a pneumonia, uma das principais causas de mortalidade no País. Isso porque a gripe facilita o deslocamento do nariz até os pulmões da principal bactéria associada à pneumonia, o pneumococo.

Crianças e idosos estão entre os públicos mais suscetíveis à pneumonia pneumocócica. Mas, com a consolidação da vacinação infantil nos últimos anos, a população madura passou a ser a parcela mais preocupante.

Em 2015, a parcela a partir de 50 anos correspondia a 45,7% dos internados por pneumonia nos hospitais ligados ao SUS e a porcentagem era de 32,5% para os com 4 anos ou menos.  Já em 2009, crianças de até 4 anos correspondiam a 39,8% das internações, ante 30,7% dos adultos com 50 anos ou mais. Ou seja, a situação se inverteu. E o cenário pode se agravar mais pelo acelerado envelhecimento populacional brasileiro.

O desafio, portanto, é conscientizar a população madura sobre a importância da proteção. Esse é o objetivo da campanha Pneumonia Pneumocócica tem Vacina, lançada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, com apoio da Sociedade Brasileira de Imunizações e da Pfizer. Com ações presenciais e digitais, a iniciativa percorrerá o Distrito Federal e sete Estados.

Entre as opções de vacinas para doenças pneumocócicas está a conjugada Prevenar 13, da Pfizer, indicada para pessoas de 2 meses a 17 anos e a partir dos 50 anos. Trata-se do único imunizante que abrange quase 100% dos sorotipos de pneumococo associados à resistência bacteriana no País.

Dúvidas em relação à prevenção são destaque em um levantamento nacional inédito realizado pelo Instituto Global Market Research, a pedido da Pfizer. Embora 57% dos 600 entrevistados tenham admitido que poderiam ter feito algo para prevenir a pneumonia, muitos têm a falsa percepção de que evitar friagem poderia impedir o desenvolvimento da doença. A maioria também acredita, erroneamente, que a vacina da gripe protege contra a pneumonia.

A pesquisa Retratos da Pneumonia destaca ainda o amplo impacto da doença, por causa do tratamento prolongado. Entre os hospitalizados, a média de internação foi de 14 dias. Não à toa, 66,2% dos entrevistados tiveram de se afastar do trabalho e 59,3% alegaram perdas sociais e emocionais.

Informações – (11) 3643 2785

FONTE Pfizer

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