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Estudo da Escola de Negócios do IMD lança visão sombria sobre a competitividade econômica da América Latina

IMD International

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

LAUSANNE, Suíça, 30 de maio de 2016 /PRNewswire/ -- O Centro de Competitividade Mundial do IMD expôs a situação das economias da América Latina através da inclusão somente do Chile na classificação dos 40 países com maior competitividade econômica de todo o mundo.

(Foto:  http://photos.prnewswire.com/prnh/20160527/372936  )

A prestigiosa Classificação Mundial de Competitividade, publicada anualmente desde 1989 pela escola de negócios do IMD , é amplamente considerada como a principal análise do gênero.

A edição de 2016 classifica o Chile no 36o. lugar entre 61 nações – queda de uma posição em relação ao ano anterior – com todos os outros representantes da região confinados às últimas 20 posições.

Tanto o México (45) quanto o Brasil (56) desceram na classificação, com a Colômbia mantendo sua 51a. posição e somente a Argentina subindo da 59a. para a 55a. posição. A Venezuela continua em último lugar.

Na outra ponta da classificação, Hong Kong, China, desafiou um padrão de declínio na Ásia, substituindo os EUA como a economia mais competitiva pela primeira vez em três anos.

A Suíça ficou em segundo lugar, os EUA passaram para terceiro e Cingapura, Suécia, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Noruega e Canadá completam os 10 primeiros lugares.

Comentando sobre os problemas da América Latina, o Professor Arturo Bris, Diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD, disse: "O setor público continua sendo um obstáculo nessas economias".

"É notável que o Chile seja a única economia da América Latina fora das últimas 20 posições e que a Argentina é a única entre as nações da região a melhorar sua posição desde o ano passado".

"O padrão comum entre todos os países nas 20 primeiras posições é seu foco em regulamentações favoráveis às empresas, infraestrutura física e intangível e instituições inclusivas".

"Atualmente, nenhuma economia da América Latina está perto de ter estas qualidades na extensão exigida para fazer progresso significativo na classificação".

O IMD analisa mais de 340 critérios provenientes de quatro fatores principais – desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência e infraestrutura empresarial – para produzir sua classificação.

As respostas de uma pesquisa aprofundada com mais de 5.400 executivos empresariais também são consideradas.

Enquanto que o Brasil mostrou esperanças promissoras de se desenvolver em uma grande força entre as economias latinas, seu desempenho tem diminuído.

"O principal fator do declínio do Brasil é seu desempenho econômico. Um crescimento lento do PIB, aumento do desemprego, aumento da percepção sobre as ameaças de relo cação em combinação com o aumento nos riscos para investidores causaram grande impacto na economia", disse Bris.

Detalhes completos da classificação estão disponíveis no endereço https://worldcompetitiveness.imd.org/Press/  - Entre em contato com a área de relações com a mídia do IMD para obter credenciais de log-in.

Sobre o IMD 

O IMD é uma escola de negócios de alto nível, reconhecida como especialista no desenvolvimento de líderes globais através de educação executiva de alto impacto.

CONTATO COM A MÍDIA: Aicha Besser, +41-21-618-0507  aicha.besser@imd.org



 

To view the original version on PR Newswire, visit: http://www.prnewswire.com/news-releases/estudo-da-escola-de-negocios-do-imd-lanca-visao-sombria-sobre-a-competitividade-economica-da-america-latina-300276309.html

FONTE IMD International

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