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'Temer não será candidato em 2018', afirma Padilha durante ALMOÇO-DEBATE LIDE

ALMOÇO-DEBATE

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 16 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- "Não é suficiente fazer o nosso melhor, nós temos que fazer o que é necessário". Parafraseando o ex-premiê britânico Winston Churchill, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, expôs as necessidades emergenciais que o governo federal deve tomar durante a gestão interina. "Michel Temer não será candidato em 2018. Mas o presidente tem como meta recolocar o Brasil nos trilhos do progresso do desenvolvimento", afirmou Padilha.

 

Crédito da foto: Fredy Uehara / Uehara Fotografia.

O ministro foi o expositor do Almoço-Debate LIDE, realizado nesta quinta-feira, 16 de junho, em São Paulo, com o tema "As reformas necessárias para o Estado brasileiro". Sob o comando de Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o evento realizado no Hotel Grand Hyatt contou com a presença de aproximadamente 600 CEOs, presidentes e outros líderes empresariais.

Padilha afirmou que a prioridade da administração interina é fazer as propostas das reformas previdenciária, fiscal, trabalhista, tributária e política. "Temer lançou alicerces do ajuste fiscal, da reforma da Previdência e da racionalização tributária. Essas reformas estão na ordem do dia", ressaltou. O ministro também falou sobre a necessidade dos ajustes nas contas públicas. "Não se pode gastar mais do que se arrecada. O presidente interino montou uma equipe dos sonhos para colocar o País em ordem", disse.

Segundo Padilha, o governo tem como missão estimular a união de capital privado e público em obras de infraestrutura para gerar emprego e renda com o Programa Crescer, coordenado por Wellington Moreira Franco. "Crise é sinônimo de oportunidades e a meta do governo é a retomada do desenvolvimento do País. A infraestrutura é um caminho. O foco é a geração de emprego imediato", afirmou.

O ministro afirmou ainda que o Brasil será outro no final da Lava-Jato e lamentou que políticos do PMDB, partido do qual foi um dos fundadores, foram citados na operação. "A Lava-Jato traz grande contribuição para o País. Cabe à Justiça, Polícia Federal e Ministério Público investigarem profundamente todos os envolvidos", disse Padilha.

Esta edição do Almoço-Debate LIDE contou com o patrocínio de CISA TRADING, EMS, GOCIL, IBM, MAPFRE, MULTIPLAN, NELSON WILIANS ADVOGADOS e SAPORE. Como fornecedores oficiais, as empresas AMIL, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, DE LONGHI, ECCAPLAN, MISTRAL e VINCI e RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. AMÉRICA ECONOMIA BRASIL, rádios ANTENA 1 e JOVEM PAN, jornal DCI, PR NEWSWIRE, revista e TV LIDE foram mídia partners do evento.

Contato:

Rose Rocha

rose-rocha@cdn.com.br / (11) 3643 2952

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-06-16/original/3124.jpg )

FONTE ALMOÇO-DEBATE

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