EMPEA e LAVCA mostram bom desempenho do Brasil no cenário latino americano de investimentos durante congresso ABVCAP

ABVCAP

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 8 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- Durante o Congresso ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital) foram apresentados dados da EMPEA (Emerging Market Private Equity Association) e da LAVCA (Latin American PE & VC Association) para demonstrar a evolução da indústria no Brasil, América Latina e mercados emergentes.

Segundo a EMPEA, no Brasil os segmentos de saúde, bens de consumo e serviços são os mais atrativos para os limited partners, seguidos por tecnologia, telecomunicações, finanças, tecnologias limpas, agronegócios, indústria, utilidades e óleo e gás. "A captação de fundos para venture capital e investimentos cresceu entre os mercados emergentes, com destaque para o Brasil", disse Shannon Stroud, vice presidente dos programas de desenvolvimento de negócios EMPEA.

De acordo com Cate Ambrose, presidente e diretora executiva LAVCA, a indústria de PE e VC movimentou 56,5 bilhões de dólares obtidos por meio de 310 deals em toda América Latina em 2015, volume bastante similar ao de 2014 (57,9 bilhões de dólares e 306 deals). "A América Latina está no radar dos investidores, especialmente pela fase de governos pró-negócios vivenciada na Argentina e Brasil e a percepção de oportunidades para investimentos de longo prazo na Colômbia e no Chile".

O levantamento da LAVCA mostra que Brasil e México dominam a atividade de private equity e venture capital na América Latina, respondendo, respectivamente, por 48% e 28% do volume total, com prevalência de investimentos nos segmentos de O&G, saúde e ciências da vida.

Também foram apresentados dados da Cambridge Associates, que mostram que de 2009 a 2014, a taxa interna de retorno dos fundos foi de 26,2% em reais e de 0,2% em dólares. Já de 2003 a 2008, o retorno em reais foi de 10,6% em reais e de 5,4% em dólares. "Fica bastante claro que a volatilidade da moeda pode ajudar ou atrapalhar", constatou Iñigo Garcia Gordobil, diretor de investimentos da Cambridge Associates.

Informações à Imprensa:

Advice Comunicação Corporativa

Ludmilla Gutierrez e Fernanda Dabori

ludmilla.gutierrez@advicecc.com

fernanda.dabori@advicecc.com

Tel: (11) 5103-2779 / (11) 99332-5172

FONTE ABVCAP

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