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'Despesas do governo não serão controladas se não alterarmos a constituição', diz Meirelles durante Almoço-Debate LIDE

ALMOÇO-DEBATE LIDE

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 19 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- "É importante nos distanciarmos dos jogos de interesse setoriais e começarmos a pensar nos interesses do País. Temos de ter decisões políticas e econômicas que beneficiem o conjunto da Nação", alertou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em Almoço-Debate LIDE realizado nesta segunda-feira, 19 de setembro, no Hotel Grand Hyatt, na capital paulista.

Sob o comando de Luiz Fernando Furlan, chairman of the Board do LIDE, e Gustavo ENE, CEO, o ministro foi o convidado do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais no evento que reuniu 622 presidentes e outras lideranças da iniciativa privada, além de autoridades como deputados federais, estaduais e secretários estaduais paulistas, como Marcos Antonio Monteiro (Planejamento e Gestão) e Ricardo Salles (Meio Ambiente).

De acordo com Meirelles, se o governo conseguir implementar as medidas de ajuste fiscal, será a primeira vez que a despesa primária em pontos de percentagem do PIB cairá, desde a aprovação da Constituição Federal, em 1988. Porém, Meirelles fez questão de enfatizar que não há como transformar, em um período de apenas um ano, um déficit fiscal de R$ 170 bilhões em superávit.

"Os gastos com Previdência Social, por exemplo, eram de 3,3% do PIB em 1991 e passaram a ser, neste ano, de 8%. Se continuar nesta trajetória, em 2060 atingirão 17,2% do PIB", pontuou. "Se não alterarmos a Constituição, não vamos controlar as despesas primárias do País", alertou o ministro. "À medida que essas despesas caem, a sociedade se sente mais motivada. Se olharmos a curva de confiança empresarial, ela caiu junto com o PIB, a partir de 2011. Hoje, essa confiança, e também a do consumidor, já está subindo", disse Meirelles.

Questionado sobre o aumento dos juros reais, em meio à queda da inflação, o ministro respondeu que sempre defendeu a autonomia do Banco Central e que, quando estava no comando do BC, percebia que ministro da Fazenda dando palpite sobre juros atrapalha. "A inflação caindo é uma excelente notícia, não é uma má notícia", afirmou.

Esta edição do Almoço-Debate LIDE contou com o patrocínio de BEMIS LATIN AMERICA, BRAGA NASCIMENTO E ZILIO, BRASPRESS, CARREFOUR, CISA TRADING, COMGAS, COPPEAD – UFRJ, COSAN, COUROMODA, GOCIL, INNOVA, KPMG, MAPFRE, MARTINS, MULTIPLAN, NELSON WILIANS, PPG, RIACHUELO, RV ÍMOLA, SANTANDER, SAPORE, SETCESP, TOKIO MARINE, VIDEOLAR e TIME FOR FUN. Como fornecedores oficiais, a AMIL, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, DELONGHI, ECCAPLAN, RODOBENS COMUNICAÇÃO CORORATIVA e VINCI. As revistas AMÉRICA ECONOMIA BRASIL, LIDE e WINNERS, as rádios ANTENA 1 e JOVEM PAN, jornal DCI, GRUPO KALLAS, PR NEWSWIRE e TV LIDE foram mídia partners do evento.

Contato:

Rose Rocha

rose-rocha@cdn.com.br  

(11) 3643 2952

Foto - http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-09-19/original/3256.jpg

FONTE ALMOÇO-DEBATE LIDE

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