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Federação Mundial de Bolsas de Valores publica relatório com a consultoria Oliver Wyman sobre liquidez em mercados emergentes

Oliver Wyman

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 1 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A WFE, Federação Mundial de Bolsas de Valores, que representa mais de 200 fornecedores de infraestruturas de mercados - incluindo bolsas e câmaras de compensação - publicou o relatório Enhancing Liquidity in Emerging Market Exchanges, sobre o crescimento da liquidez nas bolsas de valores de mercados emergentes em colaboração com a consultoria estratégica global Oliver Wyman.

Concebido para prover ideias sobre como aumentar e intensificar a liquidez dos mercados emergentes identificou três áreas-chave sugerindo alavancas de liquidez para cada ação: 

Desenvolver uma base diversificada de investidores:

Fornecer capacitação para uma base maior de investidores pessoa física; Incentivar a maior participação de investidores institucionais locais; Estabelecer uma rede de intermediários profissionais e regulamentados; Atrair investidores internacionais. Aumentar a quantidade de valores mobiliários e produtos financeiros associados:

Otimizar as exigências para entrada no mercado  de um número maior de empresas locais e estrangeiras listadas em bolsa; Lançar fundos de investimento para atração de investidores novos e atuais; Desenvolver derivativos de balcão, respeitando certas  condições e contando com uma infraestrutura capacitadora adequada; Criar um mercado regional ligando-o a outros mercados, para harmonizar padrões regulatórios, facilitar o investimento e a emissão internacionais  e estabelecer links técnicos. Investir na criação de um ambiente de mercado facilitador:

Aperfeiçoar a tecnologia de negociação eletrônica para encorajar um volume maior de negociações;   Aperfeiçoar os dados de mercado e de referência, aumentando assim a confiança do investidor; Implementar esquemas criadores de mercados; Introduzir esquemas de vendas a descoberto e de empréstimo de títulos; Através do uso de estudos de caso relevantes de mercados emergentes em vários estágios de desenvolvimento - incluindo as Bolsas de Valores das Filipinas, Tailândia, Índia e a BM&FBOVESPA para destacar a experiência prática com estas alavancas – o relatório descreve como cada bolsa implementou alguns destes mecanismos. Ele também mostra que não existe uma solução única. A eficácia de uma alavanca dependerá tanto da dinâmica do mercado em questão quanto da qualidade da sua implantação.

O relatório foi escrito em colaboração com a Oliver Wyman, valendo-se de sua experiência numa variedade de mercados, e com dados da WFE, apoiados em entrevistas e estudos de caso de um grande número de bolsas de valores membros da WFE.  

Sites:  www.oliverwyman.com e  www.world-exchanges.org .

Informações para a imprensa

Mara Ribeiro – jornalista

Tel: 11 3032.9815 e 3815.9307

Cel. 11 99221.5201

FONTE Oliver Wyman

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