G100 Brasil analisa contexto global e as condições macroeconômicas

G100 Brasil

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 20 de dezembro de 2016 /PRNewswire/ -- G100 Brasil, Núcleo de Estudos do Desenvolvimento Empresarial Econômico, em sua última Reunião Ordinária de 2016, abordou-se que a partir de 2015 vivenciamos um ambiente macroeconômico muito desafiador, no caso do Brasil muito ruim, e isso se manteve até o primeiro semestre de 2016. Depois, houve uma mudança generalizada de sentimento em relação à região como um todo e uma melhora significativa de sentimento na visão dos investidores, no que diz respeito ao mercado corporativo na América Latina, em função não somente do processo de impeachment no Brasil, mas mudança de governo na Argentina, no Peru e também a melhora no preço de commodities como metais e petróleos.

 

Ao pensar na melhora dos sentimentos, ela não foi refletida em perspectivas econômicas ou de crescimento mais robustas. Há uma perspectiva de crescimento para a região como um todo ainda modesto. No que diz respeito à melhora no mercado de capitais, ela aconteceu, mas ainda orientada para as empresas com qualidade de crédito melhor, maiores, com percepção de risco menor.

A tudo isso se pode acrescentar a mudança política nos Estados Unidos, com a eleição de Trump e a expectativa em relação ao que virá com seu governo. A visão por enquanto é de cautela, independente das políticas a serem adotadas, que ainda são incertas, há sempre o impacto do fluxo de capitais, um impacto potencial de volatilidade que o novo governo pode gerar para os mercados emergentes como um todo. Outro fator é que com a deterioração das economias da região em 2015 e as perspectivas de taxas de crescimento mais modestas, boa parte dos governos latinos-americanos tiveram deterioração importante em suas métricas fiscais. Em uma região exportadora de commodities, com alguns países bastante dependentes de receita do petróleo, acarretou em menos recursos disponíveis para investimento em infraestrutura nesses países, setor que é um déficit característico e significativo da região. Com tudo isso, a crença é que alguns fatores importantes como taxas de crescimento globais mais modestas para os próximos anos, a desaceleração da economia chinesa, a elevação de taxa de juros nos Estados Unidos, e um contexto macroeconômico complexo continuarão impactando as empresas latino-americanas.

Na 14° Pesquisa dos Indicadores Econômicos G100 Brasil, tem-se:

PIB 2016 (-3,08%) 2017 (0,51%)

DÓLAR 2016 (R$ 3,36) 2017 (R$ 3,49)

SELIC 2016 (13,75%) 2017 (10,50%)

INFLAÇÃO 2016 (6,64%) 2017 (4,94%)

Rodrigo Romero – Founder/President – G100 Américas

Market21 RP rose.azambuja@market21.com.br (11)2364-8771

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2015-10-02/original/2653.jpg )

FONTE G100 Brasil

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