ipca
-0,21 Nov.2018
selic
6,5 31.Out.2018
Topo

Carlos Augusto Montenegro comenta pesquisa que mostra que PT, MDB e PSDB concentram mais da metade das filiações

Carlos Augusto Montenegro

12/03/2018 16h10

BRASÍLIA, Brasil, 12 de março de 2018 /PRNewswire/ -- Três dos 35 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concentram o maior número de filiações no Brasil, de acordo com pesquisa do IBOPE Inteligência. Segundo Carlos Augusto Montenegro, presidente do instituto, o PT lidera na proporção de pessoas que são ou foram filiadas à sigla (30%), seguido pelo MDB (15%) e pelo PSDB (9%).

Carlos Augusto Montenegro observa também que o PT é, dentre todos os partidos, o mais citado por mulheres que declaram ser ou terem sido afiliadas. Em relação ao MDB e o PSDB, a pesquisa mostra que fica meio a meio a proporção de homens e mulheres que declararam filiação a essas duas siglas.

Em relação à origem das pessoas que declaram filiação partidária, conforme aponta Carlos Augusto Montenegro, o PT tem o maior porcentual de filiados no Sudeste (41%), onde o MDB e o PSDB concentram, cada um, 10% do total. O restante se divide entre as demais siglas, como explica Carlos Augusto Montenegro. Já no Sul do país, 27% declaram ser ou terem sido filiados ao MDB. Nessa região, o PT concentra 19% dos filiados e o partido tucano, 8%.

No caso da origem dos filiados do Nordeste, o PT e o MDB alcançam índices mais próximos um do outro. Nessa região, enquanto a primeira sigla tem 22% de pessoas que são ou foram filiadas no total, a segunda aparece com 17%. Já o PSDB tem apenas 7%.

Apesar da pesquisa revelar a concentração de filiações em apenas três partidos , Carlos Augusto Montenegro afirma que uma série de fatores ainda podem influenciar a definição dos candidatos. "Existe uma indefinição muito grande com a maioria dos políticos e partidos, grande parte deles envolvidos em denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro" afirma o presidente do IBOPE Inteligência.

Standard Comunicação

Contato: (21) 9.7263.6617

FONTE Carlos Augusto Montenegro

Mais Economia