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Ciberataques, conflitos globais, incêndios e tempestades mortais estão entre as ameaças que formam a nova classificação de resiliência em todo o mundo

FM Global

17/05/2018 18h03

JOHNSTON, Rhode Island, 17 de maio de 2018 /PRNewswire/ -- O risco de ciberataques, anteriormente superestimado, agora ameaça a própria existência das empresas. Sua gravidade varia de forma significativa com a geografia: Por exemplo, os riscos cibernéticos inerentes aumentaram na França durante o ano passado enquanto despencaram em Taiwan, duas das maiores mudanças no risco cibernético no Índice de Resiliência da FM Global de 2018 (2018 FM Global Resilience Index).

O índice – uma classificação anual de 130 países e territórios pela resiliência de seus ambientes empresariais – é um recurso interativo on-line para ajudar os executivos de todo o mundo a planejarem onde fazer negócios. O risco cibernético é um dos 12 fatores que determinam as classificações gerais de resiliência do índice.

"Nossa missão é fornecer aos executivos de negócios de todo o mundo poderosas informações para apoiar suas decisões sobre onde estabelecer instalações, quais parceiros selecionar e como gerenciar seus riscos", disse Thomas A. Lawson, Presidente do Conselho e Executivo-Chefe da FM Global, uma das maiores seguradoras de propriedades comerciais e industriais de todo o mundo. "Com o Índice de Resiliência, os líderes dos negócios podem se aprofundar, mais do que nunca, nas diferenças geográficas da resiliência, incluindo o risco cibernético".

O índice reflete dados relacionados com a economia, desastres naturais e cadeias de suprimentos, e trata de profundas preocupações com os riscos dos negócios tais como ciberataques, perturbações políticas, incêndios e furacões. A resiliência, a contrapartida do risco, significa resistir à interrupção dos negócios e recuperar-se rapidamente caso isso ocorra.

Liberdades civis afetam o risco cibernético

Para os líderes de negócios globais, os ciberataques elevam o espectro de operações estagnadas, cadeias de suprimentos interrompidas, ações judiciais coletivas e danos permanentes às marcas.

A França caiu 33 lugares na dimensão da resiliência cibernética do índice deste ano, passando 68o. para o 101o. lugar entre as 130 regiões. A queda reflete a deterioração das liberdades civis dentro da classificação do país e um ligeiro aumento na penetração da Internet no país.

A penetração da Internet também explica a queda de nove lugares da Austrália na resiliência cibernética. O país e continente caiu do 66o. para o 75o. lugar entre as 130 regiões classificadas no índice, devido a um aumento de 3 por cento na penetração da Internet.

Por outro lado, a resiliência cibernética de Taiwan subiu 57 lugares, do 107o. para o 50o., o maior aumento no índice devido, em grande parte, a um aumento em suas liberdades civis.

Para visualizar o comunicado para a imprensa completo, contendo descobertas adicionais, clique aqui .

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/693158/2018_FM_Global_Resilience_Index.jpg

FONTE FM Global

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