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Investimento estrangeiro direto no Brasil cai para 1,7% do PIB em 2009

Da Redação, em São Paulo

A entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) líquidos no país foi de US$ 25,949 bilhões em 2009, montante pouco superior ao previsto pelo Banco Central (BC) para o ano passado, de US$ 25 bilhões.

Na relação com o Produto Interno Bruto (PIB), o IED fechou equivalente a 1,65%. Em 2008, o ingresso atingiu o valor recorde de US$ 45,06 bilhões (2,75% do PIB). Em dezembro apenas, foi registrada entrada de US$ 5,109 bilhões em investimentos externos diretos, bem abaixo dos US$ 8,115 bilhões apurados em igual mês de 2008.

Os dados levam em conta também os empréstimos intercompanhias, aqueles feitos pela matriz da multinacional para a subsidiária brasileira. Além disso, abatem as remessas feitas por conta de ganho do capital investido.

Do total ingressado em 2009, US$ 19,908 bilhões foram participação no capital. Foram contabilizadas também entradas líquidas de US$ 6,042 bilhões em empréstimos intercompanhias.

Relatório da ONU

Um relatório divulgado na terça-feira (19) pela Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, braço da Organização das Nações Unidas) indica que o Brasil manteve no ano passado a liderança na relação de países latino-americanos que mais receberam investimentos estrangeiros diretos .

Apesar disso, dados da instituição apontam que o montante desse tipo de investimento, destinado especificamente a atividades produtivas, teve queda de 49,5% no Brasil em comparação com o ano anterior, ficando em US$ 22,8 bilhões em 2009.

(Com informações de Valor e BBC)

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