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Campanha quer proibir propaganda de aeromoça com lingerie no Reino Unido

Do UOL Economia, em São Paulo

13/12/2011 13h21

A companhia aérea irlandesa Ryanair, conhecida por oferecer voos de baixo custo, vem causando polêmica no Reino Unido com as campanhas publicitárias consideradas machistas. A última campanha da empresa, que traz uma aeromoça de lingerie, recebeu mais de sete mil pedidos de proibição.

A campanha contra os anúncios da empresa foram iniciadas por uma aeromoça indignada com a imagem "humilhante" que está sendo criada da profissão.

As pessoas que aderiram a campanha contra as propagandas da Ryanair reclamam da banalização da imagem das mulheres.

Segundo a empresa, as propagandas sensuais irão continuar sendo realizadas, já que têm um objetivo social. Parte da renda arrecada com a venda de calendários da empresa são revertidas para instituições de caridade. Em cinco anos, de acordo com a Ryanair, foram arrecados mais de R$ 1 milhão.

A empresa já teve problemas com outros anúncios na Justiça. Em 2008, a Ryanair teve que pagar mais de R$ 100 mil por danos morais ao presidente francês Nicolas Sarkozy por fazer uma "brincadeira" com o casamento dele com Carla Bruni. O anúncio dizia que com a Ryanair toda a família da noiva poderia ir para a festa, já que eles vivem na Itália.

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