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Mappin, Antarctica, Matarazzo: reveja prédios antigos de grandes empresas

Aiana Freitas

Do UOL, em São Paulo

10/02/2015 06h00

O prédio do Mappin (São Paulo), a fábrica da Antarctica (Ribeirão Preto), a torre da Telepar (Curitiba). Prédios que abrigaram lojas e sedes de grandes empresas se tornaram ponto de referência em suas cidades no passado.

Muitos deles, hoje, estão abandonados; alguns pertencem a outras companhias. Isso não impede que permaneçam na memória dos mais saudosistas.

O Mappin da praça Ramos, no centro de São Paulo, ainda é reconhecido por muitos paulistanos. Ele reuniu a elite da cidade a partir de 1939 e atraiu milhares de consumidores para as famosas liquidações.

Comprado pelo empresário Ricardo Mansur nos anos 1990, o Mappin foi à falência. Seu famoso prédio chegou a sediar uma unidade do Extra. Hoje, funciona ali uma loja das Casas Bahia.

A Mesbla foi outro grande magazine do país. Uma das lojas da rede ocupava seis andares de um prédio da rua Curitiba, no centro de Belo Horizonte (MG).

Assim como o Mappin, a empresa faliu nas mãos de Mansur. Em 1998, a loja do centro da capital mineira fechou as portas. Hoje, funcionam ali alguns escritórios e uma agência do banco Itaú.

As Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo também marcaram época nos locais em que operaram.

Em São Paulo, uma parte de um parque industrial instalado no bairro da Água Branca no começo dos anos 1920 permanece em pé e sedia um espaço de eventos chamado Casa das Caldeiras.

Em Ribeirão Preto, no interior paulista, as indústrias Matarazzo instalaram uma tecelagem em 1945. Depois da falência da empresa, o prédio chegou a ser ocupado pela Companhia Nacional de Estamparia (Ciane); hoje está abandonado e serve de abrigo para viciados em crack.

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