Bolsas

Câmbio

Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta quarta, 6 de abril

Luiz Gomes

Do UOL, em São Paulo

Mercado financeiro

A Bolsa de São Paulo fechou o dia em queda de 1,95%, com 48.096,24 pontos. É o menor patamar em três semanas. A baixa foi puxada pela Petrobras, que caiu 3%, pelos bancos e pela mineradora Vale.

O dólar também caiu 0,97% e fechou cotado a R$ 3,645. O resultado interrompeu uma sequência de duas altas da moeda norte-americana.

Leia mais
 

 

Fluxo cambial negativo

A saída de dólares do Brasil em março superou a entrada em US$ 2,543 bilhões. As informações foram divulgadas hoje pelo Banco Central.

Esse é o segundo mês seguido que o fluxo cambial fica no vermelho. Em fevereiro, o saldo foi negativo em US$ 9,294 bilhões.

Leia mais
 

 

Poupança ainda mais vazia

Os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 5,380 bilhões em março. No trimestre, o resultado negativo foi de R$ 24,05 bilhões. Os dados são do Banco Central.

Apesar de negativos, os números mostram uma redução no ritmo de saída de recursos da poupança. O saldo foi negativo em R$ 6,640 bilhões em fevereiro e R$ 11,44 bilhões em março de 2015.

Leia mais
 

 

Fabricação estacionada

E a produção de veículos no país continua em queda. No primeiro trimestre deste ano, foram fabricados 482,29 mil automóveis, uma queda de 27,8% em comparação como ano passado. No mesmo período de 2015, foram produzidos 667,57 mil unidades.

Os dados são da Anfavea, a associação do setor.

Leia mais

 

Menos vagas no mercado

A construção civil brasileira demitiu 467 mil trabalhadores em um ano. É o que aponta levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.

Só em fevereiro, 23,9 mil postos de trabalho foram cortados, uma queda de 0,83% em relação a janeiro. As regiões do país com os piores resultados foram Norte e Nordeste, com recuo de 2,5% e 1%, respectivamente.

Leia mais

 

Política x economia

A presidente Dilma Rousseff defendeu o corte no preço da gasolina e do diesel, que acabou recusada pelo conselho de administração da Petrobras. A intenção da presidente era buscar uma agenda positiva e ajudar no combate a inflação. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

A decisão do governo foi tomada por uma avaliação que o preço do combustível está muito caro em relação ao preço do barril de petróleo no mercado internacional. A Petrobras só voltou atrás no corte de preços após uma ameaça de renúncia de integrantes do conselho da estatal, o que poderia causar desgaste político ao governo.

Leia mais

 

Agenda da semana

Nesta quinta-feira vai ser divulgado o Índice Geral de Preços de março, medido pela Fundação Getúlio Vargas.

O IBGE divulga a Pesquisa Industrial Mensal, que mede indicadores de curto prazo da indústria. O IBGE também apresenta o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do mês de março.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos