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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta quarta, 26 de outubro

Do UOL, em São Paulo

Mercado financeiro

A Bolsa fechou praticamente estável, com leve queda de 0,06%, com 63.825,69 pontos. Nesta sessão, as ações da Petrobras, da mineradora Vale e do Itaú Unibanco fecharam em alta. Por outro lado, os papéis do Banco do Brasil e do Bradesco caíram. A maior queda do dia, porém foi da JBS, que despencou mais de 11%.

O dólar subiu 1,15%, valendo R$ 3,142, depois de duas quedas seguidas. A moeda acumula desvalorização de 0,58% na semana. No mês, tem perda de 3,36% e, no ano, queda de 20,41%.

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Menos empregos

O Brasil perdeu 39.282 postos de trabalho com carteira assinada em setembro, no 18º mês seguido de fechamento de vagas. O número é maior do que o registrado em agosto, com perda de 33.953 empregos, mas menor do que o de setembro de 2015, que teve 95.602 cortes.

Com isso, o Brasil acumula perda de 683,6 mil vagas de trabalho em 2016. O Estado que mais perdeu vagas com carteira assinada foi o Rio de Janeiro, com 23.521 empregos a menos, seguido por São Paulo, com perda de 21.853 postos de trabalho. Minas Gerais, em terceiro, teve 16.238 cortes. Os dados são do Caged.

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Ganhando com empréstimos

O ganho dos bancos com empréstimos em setembro atingiu a maior taxa desde 2011. O spread bancário, que é a diferença entre a taxa que os bancos pagam para captar dinheiro e os juros que eles cobram para emprestar a consumidores e empresas, foi de 41,2 pontos percentuais.

A taxa média de captação dos bancos no mês passado foi de 12,3%, quase a mesma de agosto, quando ficou em 12,2%. Mas a taxa cobrada para fazer empréstimos subiu de 52,9% para 53,4% ao ano. Esse aumento na taxa cobrada pelas instituições financeiras foi puxada pelos juros cobrados de pessoas físicas.

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Reajuste salarial

A Comissão Especial da Câmara aprovou reajuste salarial para os servidores da Polícia Federal e outras categorias. Caso não tenha recurso, a proposta segue direto para o Senado.
Os reajustes chegam a 37%, em alguns casos. O impacto previsto nos cofres da União é de R$ 2 bilhões em 2017, de R$ 548 milhões em 2018 e de R$ 546 milhões, em 2019.
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Pensões irregulares

O TCU (Tribunal de Contas da União) detectou indícios de fraude no pagamento de pensões. De acordo com a entidade, 19.520 filhas solteiras de servidores públicos federais estão recebendo da União pensões por morte de forma irregular.

A corte de contas vai discutir as providências a serem tomadas. O julgamento acontece em meio ao debate sobre a reforma da Previdência, proposta pelo governo.

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Cheque especial

A taxa de juros do cheque especial subiu em setembro e atingiu 324,9% ao ano, de acordo com o Banco Central. É a taxa mais alta desde julho de 1994, quando a pesquisa começou a ser feita.

Os juros do rotativo do cartão de crédito também tiveram alta e ficaram em 480,3% ao ano. Também é a maior taxa registrada desde 2011, início da série histórica.

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Agenda

Amanhã sai o resultado primário do Governo Central, que mostra a soma dos resultados do Banco Central, da Previdência e do Tesouro Nacional.

O IBGE vai apresentar dados de setembro da Pnad Contínua, pesquisa sobre a inserção da população no mercado de trabalho.

Também vai ser divulgado o PIB do Reino Unido no terceiro trimestre

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