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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta sexta, 18 de novembro

Do UOL, em São Paulo

Balanço da semana

Em dia de instabilidade, a Bolsa fechou em alta de 0,32%, com 59.961,76 pontos. Com isso, a Bovespa termina a semana com valorização de 1,31%. No mês, o índice acumula queda de 7,64% e, no ano, tem alta acumulada de 38,32%.

O dólar caiu 0,93%, valendo R$ 3,387.  A moeda encerra a semana com queda de 0,16%. No mês, acumula alta de 6,18% e, no ano, desvalorização de 14,21%.

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Socorro aos Estados

O governo do presidente Michel Temer estuda a possibilidade de socorrer Estados em dificuldades financeiras antecipando de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões da receita a ser obtida com o recolhimento de multas na segunda fase do programa de regularização de dinheiro mantido no exterior.

A ideia é usar os recursos arrecadados na primeira fase do programa, encerrada em outubro. O governo não aceita dividir com os Estados as multas arrecadadas nesta etapa, mas concorda em fazer isso na próxima rodada, que ainda precisa ser aprovada pelo Congresso.

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Corrida por leniência

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) investiga cerca de 30 cartéis formados por empresas envolvidas na Lava Jato. A operação tem provocado uma corrida de empresas em busca de acordos de leniência. Os pedidos aumentaram 300% do ano passado para cá, de acordo com o superintendente-geral do Cade, Eduardo Frade.

A corrida ao conselho se justifica porque a legislação permite que só a primeira que fizer a denúncia da conduta criminosa pode fechar o acordo de leniência, que é uma espécie de delação premiada para empresas. A medida pode livrar a empresa totalmente de multa.

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Devolução polpuda

O Ministério Público Federal devolveu R$ 204 milhões para a Petrobras em recursos recuperados na Operação Lava Jato. O valor foi conseguido por meio de acordos de colaboração e leniência, fechados com empresas e pessoas físicas.

Essa é a terceira e maior devolução de recursos para a estatal pela operação. A soma de todas chega a aproximadamente R$ 500 milhões.

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Dilma e FHC empatados

Uma revisão do IBGE melhorou o resultado do PIB durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff, de 2011 a 2014. Com isso, a primeira administração da petista deixou de ter o menor crescimento desde o governo de Fernando Collor (1990-92) e empatou com o desempenho do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, de 1999-2002.

O instituto revisou de 0,1% para 0,5% o crescimento da economia em 2014. Também foi revisto levemente para cima o resultado de 2011, de 3,9% para 4%.

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O acordo da Samarco

A mineradora Samarco assinou um acordo na Justiça do Trabalho para ampliar o pacote de benefícios concedidos nos programas de demissão voluntária e involuntária.

O objetivo é evitar desligamentos em massa nos próximos quatro meses, de acordo com comunicado da empresa. O acordo prevê que a mineradora se compromete a manter os empregos dos 1.800 trabalhadores que não fazem parte do Programa de Demissão Voluntária.

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Menos demissões

A indústria do Estado de São Paulo demitiu 6.500 trabalhadores em outubro, uma queda de 0,28% no estoque de empregos do setor em relação a setembro, quando o recuo foi de 0,49%. Já em outubro do ano passado, a perda foi de 0,98%. Os dados são da Fiesp.

Desde o início do ano, o total acumulado é de 92 mil demissões. Em nota, a entidade patronal estima um total de 150 mil demissões na indústria do Estado neste ano. Em 2015, o setor perdeu 235 mil postos de trabalho no Estado.

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Lucro dobrado

O BNDES teve lucro líquido de R$ 6,414 bilhões no terceiro trimestre de 2016, mais que o dobro em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi impulsionado por créditos tributários.

Com isso, o BNDES reverteu o prejuízo de R$ 2,174 bilhões apurado no primeiro semestre. O lucro acumulado entre janeiro e setembro de 2016 é de R$ 4,24 bilhões. Esse saldo é 36,1% menor em relação ao mesmo intervalo de um ano antes.

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'Vai chutar o pau'

O diretor do Banco Mundial, Otaviano Canuto, disse que não existe nenhuma dúvida de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, vai "chutar o pau da barraca" para estimular a economia americana.

Na visão do economista, os investimentos em infraestrutura, os cortes de impostos e a desregulamentação prometidos pelo republicano são, a princípio, medidas positivas para tirar os Estados Unidos do marasmo. A dúvida é se o impacto dessas medidas vai se traduzir em crescimento econômico ou aumento da inflação.

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O preço da Olimpíada

Três meses depois do fim do evento, você sabe quanto custou a Olimpíada do Rio de Janeiro? Pois é, nem você, nem ninguém.  Nem a União, nem o governo estadual e municipal do Rio de Janeiro enviaram dados necessários para a Autoridade Pública Olímpica fazer o cálculo dos gastos com os Jogos.

O prazo inicial para a apresentação das contas era em setembro. A demora se deve à própria lentidão do poder público em recolher os dados, e também ao entrave político causado pelo processo de impeachment da ex-presidente Dilma. As planilhas precisam ser entregues até o fim de janeiro de 2017.

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