Black Friday: Produto sem preço ou em falta são maiores problemas em lojas

Do UOL, em São Paulo

  • Paulo Whitaker/Reuters

Produto sem preço (ou com informações confusas) e descumprimento de oferta (quando um item em promoção não está disponível no estoque) foram as principais irregularidades encontradas pelo Procon-SP em lojas visitadas durante a Black Friday.

Entre quinta (23) e sexta-feira (24), o órgão de defesa do consumidor fiscalizou 171 lojas no Estado de São Paulo com promoções da Black Friday. Dessas, 89 foram autuadas por apresentarem alguma irregularidade.

Somente na capital paulista, foram visitadas 23 lojas, das quais 18 foram autuadas. No restante do Estado, as equipes fiscalizaram 148 estabelecimentos e aplicaram 71 autuações, de acordo com o Procon-SP.

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Reclamações

Durante a sexta-feira, o Procon-SP registrou 665 reclamações de consumidores em seus canais de atendimento (telefone, site e redes sociais). Os principais problemas apontados pelos consumidores foram:

  • Maquiagem de desconto (quando a promoção sobre o preço do produto não é real): 25,86% das queixas;
  • Produto indisponível em estoque: 25,41%
  • Mudança de preço ao finalizar a compra (antes do pagamento): 22,71%
  • Pedido cancelado pela empresa ao final da compra: 14,44%
  • Descumprimento de oferta ou propaganda enganosa: 5,56%

Teve problemas? Saiba como reclamar

Quem teve problemas com as compras na Black Friday deve buscar uma solução com a própria empresa ou procurar um órgão de defesa do consumidor, como os Procons (confira aqui os endereços). O registro também pode ser feito nos sites Consumidor.gov.br e Reclame Aqui.

Consumidores lotam lojas em busca de descontos da Black Friday

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