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'Prévia' do PIB cresce 0,49% em novembro e 2,82% em um ano, diz BC

Do UOL, em São Paulo

15/01/2018 08h35

A atividade econômica subiu 0,49% em novembro na comparação com outubro, segundo o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma "prévia" do PIB (Produto Interno Bruto). Foi o terceiro mês seguido de alta do índice. Na comparação com novembro de 2016, houve crescimento de 2,82%.

O resultado, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, foi semelhante ao esperado por analistas consultados pela agência de notícias Reuters, que previam alta de 0,5% na comparação mensal. 

A alta de 0,49% em relação ao mês anterior considera o chamado ajuste sazonal. Quando são comparados dados de períodos diferentes (ex: setembro em relação a agosto, ou 2º trimestre em comparação com o 1º trimestre), analistas costumam descontar as diferenças sazonais. 

Alta na comparação anual

Em relação a novembro de 2016, a economia cresceu 2,82%. Quando são analisados períodos iguais, mas de anos diferentes (ex: novembro de 2017 e novembro de 2016), não é necessário aplicar o ajuste sazonal.

Considerando o acumulado do ano, o indicador subiu 0,97%. Em 12 meses, cresceu 0,73%, com o ajuste sazonal. Sem o ajuste, o indicador acumula alta de 0,68%. 

Avanço nos três setores

Depois de enfrentar anos de recessão, o Brasil vem se recuperando de forma gradual em meio a inflação e juros baixos, que favorecem o consumo.

A alta no IBC-Br no mês é reflexo de resultados positivos em diferentes setores da economia. A produção industrial cresceu 0,2%, no terceiro mês seguido de crescimento.

Já as vendas no comércio registraram o melhor resultado para o mês em seis anos ao aumentarem 0,7%, com o impulso da Black Friday e das festas de fim de ano.

O setor de serviços, por sua vez, surpreendeu e interrompeu quatro meses seguidos de queda ao avançar 1% no mês, acima do esperado. 

PIB oficial 

O último dado sobre o PIB oficial medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) se refere ao terceiro trimestre.

A economia brasileira cresceu 0,1% no período, na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o PIB subiu 1,4%.

Em 2016, a economia encolheu 3,6%, e o país enfrentou o segundo ano seguido de recessão.

IBC-Br

O indicador do BC é visto pelo mercado como uma antecipação do resultado do PIB. Ele é divulgado mensalmente pelo Banco Central, enquanto o PIB é divulgado a cada três meses pelo IBGE.

O IBC-Br serve de base para investidores e empresas adotarem medidas de curto prazo. Porém, não necessariamente reflete o resultado anual do PIB e, em algumas vezes, distancia-se bastante.

O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (agropecuária, indústria e serviços).

A estimativa incorpora a produção estimada para os três setores, acrescida dos impostos sobre produtos. O PIB calculado pelo IBGE, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante certo período.

(Com Reuters)

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