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Ministério passou de investigado a parceiro na Carne Fraca, diz delegado

Do UOL, em São Paulo

05/03/2018 11h57Atualizada em 05/03/2018 12h44

Quase um ano após seu início, a operação Carne Fraca chega à sua terceira fase com o Ministério da Agricultura (Mapa) em outro lado nas investigações.

"Na primeira fase da Carne Fraca, não era possível trabalhar junto com o Ministério da Agricultura, pois havia pessoas ligadas a políticos suspeitas de envolvimento. Agora, o ministério foi nosso parceiro", disse segundo Maurício Moscardi Grillo, o delegado da PF encarregado das investigações.

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Ao contrário da primeira fase da Operação Carne Fraca, não há suspeita da participação de servidores públicos na irregularidade. "Não havendo funcionários públicos ou desconfiança de servidores, tivemos todo o apoio do Mapa, para descobrir essas fraudes e analisar o material coletado", disse o delegado.

A primeira fase da operação Carne Fraca, deflagrada em 17 de março de 2017, envolvia fiscais do ministério, acusados de receber propina para proteger empresas, facilitar a produção de alimentos adulterados e fazer vistas grossas para eventuais problemas sanitários. O foco eram as Superintêndencias Regionais do ministério no Paraná, em Minas Gerais e em Goiás.

No final de maio de 2017, a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da operação, tendo como alvo principal um ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Estado de Goiás. As investigações apontaram que o suspeito foi flagrado em interceptações telefônicas destruindo provas importantes para a investigação.

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